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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

(VP) Sessão 75

A porta do Dragão

• Aproveitando o tempo livre antes que recebessem a autorização para seguirem a trilha dos anões, o grupo partiu de volta para Aguasprofundas onde pretendia se municiar para enfrentar o dragão Sanzig no Monte Kordian.

Objetos comprados
◊ Penas da queda;
◊ Decantador da água interminável;
◊ Mochila de carga;
◊ Cota do Efreeti;
◊ Escudo de proteção contra magia;

• Partindo diretamente para a Blackstaff, o grupo se deparou com uma atendente diferente. A moça foi mais educada do que o elfo anterior e apresentou tudo que a loja possuía para os aventureiros. Depois de muitas horas de negociações e muito ouro deixado para os arquimagos, o grupo retornou para a Espinha do Mundo.

Monal

• Após receberem a autorização para seguirem pelos Duranim e serem alertados dos perigos, o grupo começou sua jornada nas minas de pedra bem lapidadas pelos anões até que se depararam com uma enorme porta bem construída e claramente encantada. A porta era composta de três partes principais: duas esferas mágicas e brilhantes, a porta em si e uma cabeça de dragão na parte superior.

• Depois de algum tempo analisando a porta, Tolman leu a seguinte passagem escrita nela: Enquanto os cinco selos da Lua Crescente não estiverem reunidos, esta porta permanecerá selada.

• Intrigado com a demora do grupo, Mart utilizou uma detecção de magia e percebeu que a porta possuía um campo antimagias. Ao tocá-la para tentar compreender melhor os encantamentos, o warforged foi alvo de outro poder: a figura do dragão abriu sua boca e lançou dezenas de meteoros explosivos sobre ele. Todo o grupo acabou afetado e Talon quase morreu. Os aventureiros perceberam que não seria tão fácil atravessar esse obstáculo.

Espinha do Mundo, dia 12 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

(SG) Sessão 103

A Vingadora

• As negociações com Rillie continuavam. O grupo entregou para a maga quase todos os objetos exóticos que havia colecionado em suas aventuras em troca de vários artefatos que ela possuía em seu inventário.

Objetos obtidos de Rillie:
3 espadas de mão e meia mágicas;
1 anel de karma com emblema de dragão;
1 anel de karma e velocidade com emblema de lobo
3 infusões de karma
1 poção de cura física
1 flecha indestrutível de Maira
1 arreio e espora da montaria
1 colar do Elo com criatura
1 par de conchas de comunicação
1 colar de proteção contra as chamas
1 colar de resistência contra magias mentais
2 óleos de submersão

• O grupo partiu de Pin em direção ao Lago Mór, onde Rillie afirmou que havia deixado a Vingadora Sagrada para conter uma maldição. O grupo procurou por algum tempo até encontrar a gruta ao nível da água. Percorrendo a caverna eles se depararam com a espada encravada em uma gruta. O sacerdote e os outros sensitivos conseguiram notar a energia maligna se espalhando assim que a arma foi removida, mas Pedodes também pode sentir o enorme poder que ela trazia consigo.

• Ao continuar a explorar os túneis, os aventureiros se depararam com uma pedra brilhante e artificial. Algo mágico, semelhante ao que haviam visto no covil de Ledâm, da primeira vez em que o enfrentaram. Rapidamente perceberam que toda a energia maligna que alimentava a tal maldição era originada naquele ponto.

• Antes de tomar qualquer atitude contra o objeto maldito, os aventureiros vasculharam todas as paredes e cada canto daquela gruta, até que encontraram um pequeno orifício secreto em que alguns pergaminhos estavam escondidos. Analisando-os rapidamente, Landalfo percebeu que se tratavam de alguns rituais necromânticos ancestrais e um mapa da região de Abadom e norte da Levânia.

Hórus

• Pedodes resolveu usar sua nova espada sagrada para destruir a pedra maldida. Com um golpe certeiro, o vingador vazou a energia da pedra, o que provocou uma grande explosão de energia infernal. Toda a essência maligna se concentrou em Horen Vigia, que acabou morto e com a carne desintegrada. O sacerdote, entendendo que o humano havia colocado sua vida por uma missão importante e divina, a de enfrentar os cultistas, começou a preparar o ritual de Retorno do Mártir para trazer ele de volta à vida.

• Já era de manhhã quando o vingador trouxe Horen Vigia de volta dos mortos e os aventureiros partiram para Âmien. Foram até a casa de Gólodir, o elfo que os havia ajudado a deixar Âmien pelas Florestas de Láudis, mas encontraram o local vazio. Algumas investigações nos arredores foram necessárias para que eles se deparassem com o corpo do aliado jazendo morto no chão, com várias flechas em suas costas. Enquanto analisavam a cena, outro elfo surgiu do nada com ares de quem sabia quem eram eles. Afirmou que Gólodir morrera por traição e que eles não deixariam Âmien vivos. Seu nome era Hórus.

Dantsem e Âmien, dias 09 a 11 do mês Semente do ano de 1501.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 102

O resgate

• Após evitarem os goblins o grupo achou mais prudente dar o dia por encerrado. Eles afastaram-se um pouco mais do local da toca dos monstros e acamparam em local seguro. Na manhã seguinte retornaram as buscas se dividindo em duas frentes: Kaiser por terra, procurando rastros e indícios da passagem de alguém; e Landalfo pelo ar, identificando os locais em que seria mais provável alguém se esconder.

• Landalfo conseguiu ver uma pequena comunidade ao sul. Não chegava a ser grande o suficiente para formar um vilarejo e parecia um bom lugar para se ocultar. Mas foi Kaiser quem acabou encontrando os sinais mais promissores, como pegadas humanas de um homem do porte de Horen Vigia. Mais confiante no que vira e certo de que o arqueiro não erraria duas vezes, o grupo resolveu seguir tais sinais.

• Não tardou para que eles encontrassem um acampamento abandonado. Se aproximaram com cautela e viram um cachorro agonizando. Estava magro e ferido, certamente nos seus últimos instantes de vida. No entanto Kior, o enviado de Cruine para Pedodes, curou os ferimentos do animal dizendo que eles não eram naturais. Reanimado, o animalzinho se apegou a Kaiser instantaneamente.

• O grupo começou a procurar por novos rastros ao redor do acampamento. Pedodes notou um vestígio maligno quando seu amuleto reagiu. Kaiser viu dejetos humanos e do próprio cachorro deixados ali há poucos dias e com a ajuda do animal encontrou um rastro de mais alguém entrando no acampamento. Eram rastros que foram parcialmente apagados e que, especialmente, surgiam e sumiam do nada, como se por teletransporte. Também com a ajuda do cachorro, Kaiser encontrou marcas de que alguém de tamanho humano teria rolado no chão em um determinado lugar.

• Começando a supor que Horen havia sido sequestrado e levado dali por magia, o grupo concluiu que eles não poderiam ter ido muito longe. Seguiram os rastros sutis que o arqueiro e o cão encontraram até se depararem, algumas horas depois, com a entrada de uma caverna na qual Kior, imediatamente, alertou que sentiu uma energia maligna emanar.

• Antes de se aventurarem na caverna eles prepararam magias para enxergarem na escuridão. Kaiser foi na frente e por muito pouco não acabou vítima de uma armadilha mágica ao pisar sobre sangue seco sobre no chão. Prosseguindo com mais cuidado, depararam-se com um grupo de criaturas parecidas com elfos, mas muito altos e pálidos. A energia maligna emanada pelas criatura fez Pedodes exclamar em tom agressivo, ordenando que as criaturas convocassem sua líder. Para surpresa de todos, ele foi atendido.

Mirien, a elfa sombria

• Uma feiticeira mascarada surgiu. Ao remover a máscara, outra surpresa: tratava-se de uma elfa sombria do tipo que só se encontram nas Terras Selvagens, assim como os napóis. Ela reconheceu Cóquem que, no entanto, nunca a tinha visto. A discussão com ela se estendeu. Ela confirmou que havia raptado Horen Vigia para obter informações sobre algumas pessoas que supostamente possuem um objeto capaz de encontrar um caminho para o tártaro.

• O grupo inevitavelmente entrou em combate com os inimigos quando perceberam que ela não entregaria Horen Vigia de boa vontade. No entanto, a batalha não demorou muito. Pedodes conseguiu comandá-la a parar de lutar com uma Ordem e o grupo teve tempo de ir encontrar o priosioneiro e retirá-lo dali antes que o efeito da magia acabasse. Ninguém a agrediu sob o efeito da magia para não quebrar o encantamento e porque seus guardas não deixariam eles se aproximarem sem luta. Com o conselheiro dos volins sob a proteção do grupo, Landalfo abriu um novo portal e eles foram embora dali. O mesmo fez a elfa quando a magia se quebrou, em vez tentar reagir ou recuperar seu prisioneiro.

• A saúde de Horen foi restaurada por Pedodes e os outros aventureiros. Depois disso começou a responder perguntas para o grupo. Falou sobre a situação de Veinor, supostamente assassinado no Monte Párius, entre Efrin e a Floresta de Tambar; e a nova política de Guvinór, que tem implantado toque de recolher aos eredris e permitido que Verrogar transite livremente entre Igara e Samor.

• Horen ficou decidido a procurar por Veinor Dente Negro depois de ouvir que alguns rumores o apontavam como ainda vivo. O grupo, no entanto, tinha outras intenções, como ir até Âmien. Horen acabou aceitando ir junto com o grupo para o reino dos elfos, pois recebeu a garantia de que os aventureiros iriam ajudá-lo a encontrar Veinor Dente Negro ao retornarem.

• O objetivo do grupo era entrar em Âmien e descobrir o que estava acontecendo no reino dos elfos. No entanto, resolveram ir até Pin antes disso. Kaiser foi diretamente na taverna luxuosa mantida por uma fiel à Lena e viu a pupila de Kiara no painel de procurados com um recompensa de 400 moedas de ouro. Lanâncoras ainda lembrou-se do cajado mágico que uma vendedora possuía e que aceitaria o couro de uma mantícora como moeda de troca. O tal cajado armazenava a alma de um demônio.

Resolveram ir até a torre da maga e sem demora conseguiram entrar. Ela conversava com um bardo e atendeu o grupo logo depois. Inicialmente desconfiada, Rillie se mostrou interessada no grupo assim que notou a grande quantidade de objetos mágicos que eles carregavam. Estava muito disposta a fazer negócios.

• O grupo parecia interessado em alguma proteção mágica. Rillie disse que possuía um manto mágico para negociação, uma capaz de desvir objetos arremessados utilizando aeromanipulação. Em troca, porém, ela queria que o grupo lidasse com os comandantes volins que haviam chegado na cidade. Já Pedodes estava interessado em algum objeto capaz de armazenar a alma de demônios. Ela disse que não possuía nenhum no momento, mas que já tivera um do tipo. O objeto fora comprado pelo elfo Ulurum, que na época disse ser de Verrogar. O grupo lembrava de um elfo chamado Ulurum, um assecla de Fariel.

• Pedodes questionou sobre a vingadora sagrada, mas ela afirmou que não estava mais com ela. A espada estava em uma caverna próxima do Lago Mór para "abafar" a maldição que assolava o lugar. Rillie não conseguiu encontrar uma forma de terminar definitivamente com a tal maldição que tornava os monstros da região hostis, mas percebeu que ao colocar a espada na caverna eles se acalmavam. Segundo ela, a espada é um exemplar único, forjado no próprio reino de Cruine. Ela pediu, entretanto, que o grupo lide com a maldição se for pegar a espada.

Dantsem, dia 03 ao dia 05 do mês Semente do ano de 1501.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 74

As ruínas dos gigantes

• O grupo começou a explorar as ruínas que haviam no covil dos gigantes. Uma alavanca pesada movimentava uma grade pesada que dava acesso a uma escada. Drake a atravessou enquanto Dick erguia a passagem. No entanto, o bárbaro não manteve o portão aberto por muito tempo. Drake seguiu explorando o corredor e subiu a escada. No entanto, assim que chegou no alto, a estrutura antiga desmoronou e caiu por cima do draconato que, por sorte, teve fôlego para se livrar sozinho.

• Tolman voou pelo lado de fora para descobrir o que havia no andar de cima e encontrou uma oficina antiga. Os objetos eram grandes para serem carregados e Mart não viu nada que lhe interessasse muito.

• Finalmente, um pesado baú guardava Pedras Iouns da fortitude, que ficaram sobre a posse de Smartshoter. Depois de tudo, o grupo fez acampamento e passou a noite na montanha antes de continuar com sua jornada de volta.

• O caminho para baixo foi bem mais fácil do que a subida. Tolman ajudou alguns dos companheiros voando, mas de forma geral todos se saíram melhor. Depois de um dia de jornada eles se reencontraram com o Portão dos Duranim. Lá Fiandra recebeu os troféus com mutia surpresa. A anã disse que honraria o acordo e que falaria com seu rei para autorizá-los a utilizar a passagem pelas montanhas. Enquanto isso o grupo tinha autorização para descansar.

Espinha do Mundo, dias 10 a 12 de Alturiak do ano de 1490.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 73

Caçando gigantes das nuvens

Kibergan

• O grupo foi agressivo assim que chegou no alto da montanha. Atacaram primeiramente os trols que obedeciam aos gigantes e, sem fazer perguntas, partiram para cima dos líderes.

Broc

• Os gigantes das nuvens possuíam muita força bruta, mas o grupo estava preparado. Aquele que estava mais próximo da área central do confronto foi atacado por Dick e por Tao. O bárbaro, que não podia entrar em fúria para não perder o controle sobre seu elemental, estava conseguindo evitar a maioris dos poderoso golpes de clava, o que deu tempo para os outros se prepararem.

Grutas

• O comando do trio de gigantes estava com a mais alta deles, e a única capaz de realizar magias. Ela se aproximou de Tolman e o atacou de perto. O feiticeiro aproveitou a oportunidade para viajar com ela para o plano elemental do fogo, especificamente a ilha dos gladiadores. A dupla surgiu nos corredore do lugar e logo já estavam lutando do lado de fora. A gigante o perseguiu voando por um tempo, mas logo retornou e eles começaram um duelo de arremesso de pedras. Por mais forte que fosse a gigante, ela acabou sucumbindo ao poder do feiticeiro, que a esmagou com sua própria rocha.

• O restante do grupo seguiu enfrentando os gigantes restantes. Os trols já haviam sido abatidos e o sumiço da líder deixou os outros dois enfurecidos. Mas o grupo estava coordenado e ambos foram abatidos, um de cada vez. Antes que Tolman retornasse com a cabeça da gigante líder, Dick já havia decapitado os outros dois para levarem como prêmio de volta ao Portão dos Duranim.

Espinha do Mundo, dia 10 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 101

Procurando Horen Vigia

• O grupo começou a vasculhar a sala cofre depois de ter detido os golens. Vendo que haviam muitos objetos guardados em caixas, Landafo começou a planejar um encolhimento de todos para transportá-las para outro lugar. Ao procurarem pela Semente da Luz, encontraram uma caixa com um colar mágico de teletransporte a curta distância. Abaixo dele, em um compartimento escondido na mesma caixa, a Semente da Luz repousava.

Colar mágico

• O triunvirato de Eredra recebeu com satisfação a notícia de que o grupo havia encontrado a Semente da Luz e se livrado dos guardiões. Com ela, segundo Columbano, o povo de Eredra receberia um novo alento e, talvez, em algumas semanas, uma nova esperança contra o domínio verrogari iria brilhar e fazer ressurgir a nação de outrora.

• O grupo também perguntou sobre Horen Vigia e Veinor para os sacerdotes. Sobre o portentã eles sabiam o que todos mencionavam: que fora assassinado por Guvinór. Sobre Horen Vigia a sacerdotisa tinha algumas pistas. Veinor tinha propriedades no norte de Eredra, nas proximidades do vilarejo de Olho Cego. É provável que ele tenha tentado se ocultar naquela região que conhece como a palma de sua mão.

• Rota traçada para Olho Cego, os aventureiros deixaram Efrim com a esperança de que em algumas semanas o espírito eredri florecesse no coração da nação e o povo se levantasse contra os invasores. Com isso, claro, o reino deixaria de apoiar Verrogar contra Dantsem, dando mais esperanças de vitória na guerra.

• O vilarejo de Olho Cego era pequeno, mas havia uma taverna movimentada, com muitos volins nela. Cóquem, mesmo transformado em humano, acabou sendo importunado por dois deles. O napol usou sua excepcional habilidade com as palavras para confundir seus inimigos e, depois de subir ao palco e fazer ferver o estabelecimento com sua voz melodiosa, encantou seus agressores para que brigassem entre si.

• Landalfo e Lanâncoras não permaneceram na taverna para assistir ao espetáculo de Cóquem. Em vez disso, o alquimista foi para seu quarto orar por alguma iluminação de Palier. O mago esperava por um presságio e talvez tenha tido um: Uma ave morta em sua janela. Com medo, o mago reuniu todo o grupo em seu quarto depois deste evento. Kaiser percebeu que a ave morta vinha migrando de Âmien, e ela não era a única que havia morrido. Sobre o telhado abaixo, visto da janela de Landalfo, o marquês identificou outros pássaros mortos. Uma mal presságio sobre o reino dos elfos, talvez?

• Já na manhã seguinte o taverneiro foi a vítima dos feitiços do bardo. Com isso Cóquem conseguiu obter algumas informações do homem, como a localização da propriedade de Horen Vigia e até onde se extendiam suas terras: uma vasta área para o leste, até pelo menos a Bainha de Crezir. Ele também ouviu que a única pessoa na região que poderia conhecer o lugar tão bem quanto o próprio Horen era o caçador de Olho Cego. Sem perder tempo, foram até a residência do humano.

• O caçador Faramund era um homem humilde que possuía uma casa simples. Para convencê-lo a acompanhar o grupo na busca por Horen, além de alertar que não queriam fazer mal ao homem que buscavam, Lanâncoras reformou a residência transformando-a em um castelo de pedras. A obra munumental ficou vazia por dentro, pois o caçador não tinha objetos para decorá-la por inteiro. Mesmo assim o serviço espalhafatoso surtiu efeito e o caçador aceitou guiá-los pelos campos de Horen Vigia (com uma ajudinha a mais de Cóquem).

• A busca pelo conselheiro do portentã morto pelas florestas foram guiadas pelo caçador e por Kaiser, que buscava rastros da passagem de humanóides por onde andavam. Em determinado momento o arqueiro encontrou pegadas razoavelmente recentes e as seguiu. Mas não se tratavam de humanos. O grupo foi guiado para uma toca de goblins em uma caverna. Rapidamente e antes que os monstros pudessem reagir, Lanâncoras usou sua geomanipulação para fechar a saída da toca e Landalfo abriu um portal para longe dali. Estavam seguros, mas Kaiser precisaria ter mais atenção da próxima vez.

Dantsem, dia 29 do mês da Paz até o dia 03 do mês Semente do ano de 1501.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 72

Fiandra e o acordo com os Duranim

• Duque estava mais tranquilo depois de ter matado todos os anões que haviam lhe perturbado. E também foi bom não sobrar nenhum sobrevivente para revelar a posição do grupo. Percebendo que a presença da patrulha signifivava que eles não estavam muito longe do lar dos anões, o grupo resolveu seguir em frente com mais cautela.

• Dois longos dias de viagem depois do combate contra os anões foram o suficiente para que o grupo avistasse o grande paredão com o portão dos Duranim: Uma grande obra escavada no paredão da montanha em formato de portão. Tolman combinou com seus companheiros que iria na frente a fim de conversar com os anões primeiro. Ele acreditava que poderia conseguir alguma barganha para atravessar os domínios deles. O grupo permaneceu no acampamento esperando um sinal para avançar.

Fiandra

• A aproximação de Tolman foi percebida a algumas dezenas de metros. Uma anã se aproximou e perguntou o que ele queria. Dura na negociação, ela foi incisiva em mandá-lo embora e afirmar que os Duranim não precisam da ajuda de nenhum humano. Ela falou algumas vezes sobre os anões terem aprendido a lição ao permitirem que estranhos andassem por seus domínios.

• Apesar da situação constrangedora, Tolman não desistia de forma alguma de tentar acesso ao domínio Duranim. A anã pareceu bem mais interessada quando viu um mapa com a localização do Portão dos Duranim na mão do feiticeiro. Indignada, ela indagou quem havia lhe oferecido aquilo. Tolman conseguiu reverter a discussão usando esse fator como trunfo e acabou convencendo-a de permitir que ele entrasse no saguão de entrada dos anões para se proteger da forte tempestade que se aproximava. No entanto, o feiticeiro não conseguiu o mesmo para seus companheiros, que deveriam encarar a tempestade com as ferramentas que dispunham.

• Uma tempestade avassaladora se aproximava dos aventureiros. Mart ergueu sua torre e todos se abrigaram dentro dela. O vento, o granizo, a neve e até os tremores abalaram a estrutura do objeto mágico, mas ele era firme e forte, suportando cada minuto da tempestade. Em segurança, o grupo recebeu a notícia de que poderia entrar onde Tolman estava.

Vista do covil dos gigantes

• A líder anã se apresentou como Fiandra. Ela disse que não havia nada que o grupo pudesse oferever que valesse um acesso aos seus domínios. Contudoo, o grupo insistiu tanto que ela acabou revelando que um grupo de gigantes das nuvens os perturbavam. Ela afirmou que eles estavam mais alto na montanha que se o grupo conseguisse matá-los e trazer-lhe as cabeças, que eles poderiam passar até o Monte Kordiean. Eles aceitaram, para a surpresa da anã, que ainda foi incisiva em dizer que os gigantes eram perigosos. Mesmo assim, a Fairgrass partiu para mais uma aventura de caça.

• A escalada para chegar no covil dos gigantes foi intensa. O vento frio e cortante feria os mais desatentos, e a escalada era perigosa demais para permitir erros. O grupo levou muitas horas para subir pouco, mas enfim chegou até o local de destino. Lá eles viram além de três gigantes, quatro trolls que trabalhavam para eles. O grupo se escondeu, mas Duque invocou um elemental da terra e se fez notado. Uma nova luta era iminente.

Espinha do Mundo, do dia 7 ao dia 10 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 100

Em busca da Semente da Luz

• A conversa com Siviâm levou o grupo a descobrir sobre seu antigo inimigo, Ledâm. No entanto, as ideias do grupo sobre o caminho a seguir ainda não estavam claras. Embora o necromante parecesse ser uma ameaça e também uma oportunidade para descobrir uma cura para a maldição de Cóquem, também era vital a presença do grupo em Eredra. Um novo tremor na noite em que pernoitaram no acampamento já abandonado por Gálegor e Siviâm, que rumavam para oeste, não serviu para fazê-los decidir por Ledâm: resolveram que a Semente da Luz era a prioridade.

• A viagem para Efrin levou 8 dias. O voo transformados em águia, como já ocorre há alguns meses, lhes garantiu um tempo de viagem curto relativo a distância que os separava da capital vizinha. O pouso ocorreu nos arredores da cidade sagrada, junto da mesma árvore em que Pedodes havia encontrado Loniân pela primeira vez. Como antes, o sacerdote orou com seu pingente de Sevides e convocou o oráculo. A chegada do aliado tardou mais do que anteriormente, mas ocorreu cerca de uma hora depois da convocação.

• O oráculo os viu sem surpresa. Ao conversarem com ele sobre o triunvirato e a situação política que se estabeleceu em Eredra, o meio-elfo afirmou que não estava a par de toda a situação, mas que havia tido um visão de Veinor nas montanhas. Também sabia que Horen Vigia possuía propriedades ao norte do reino e que ele poderia ter se escondido na região que ele conhecia melhor.

• A vigilância no castelo de Efrin não estava fortalecida e eles não tiveram problemas para chegarem ao salão onde se encontraram com o triunvirato. A reunião com os sacerdotes foi proveitosa. Eles pareciam muito interessados em aceitar a ajuda dos heróis de Dantsem para resgatar a Semente da Luz. Imiliatânis deu as orientações para que eles chegassem até a sala protegida pelos guardiões e os alertou para que tomassem cuidado. Três chaves precisavam ser combinadas para abrir as portas antes que chegassem ao cofre, e a sacerdotisa deu orientações superficiais de como fazê-lo.

• Loniân guiou o grupo pelos corredores corretos sob Efrin. As chaves tinham formas geométricas simples e era preciso mais de uma pessoa para conseguir passar por todas as portas devido a forma como as chaves precisavam ser utilizadas simultaneamente. Quando a terceira porta foi aberta o grupo encontrou-se em uma sala ampla, cúbica, com caixas fechadas e golens ativados preparados para agredir qualquer intruso. O combate teve início.

• As criaturas artificiais eram bastante poderosas. A ameaça de serem esmagados pelos punhos pesados dos guardiões de ferro e pedra lhes preocupava a cada golpe, especialmente depois de uma das armaduras mágicas de Landalfo ser completamente destruída com um único soco. A barreira mágica erguida por James não durava muito tempo antes de ser destruída.

• No entanto, quando eles mais sentiam-se pressionados na batalha, Cóquem conseguiu tomar o controle de um dos guardiões, o golem de pedra. Embora fosse o mais fraco dos três, o domínio de um inimigo virou os números a favor do grupo que foi capaz de abater uma das criaturas de metal e, depois, com uma sequência poderosa de Torin, derrubar o segundo. O terceiro golem foi derrotado sem dificuldade depois de tornar-se o único inimigo no campo de batalha. Restava ao grupo encontrar a Semente da Luz.

Dantsem, dias 21 a 29 do mês da paz do ano de 1501.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 71

Briga com anões

• O combate contra os gigantes ainda não havia se encerrado. Com Dick (agora Duque) tendo transformado novamente o gigante do gelo em sua forma nativa, o grupo precisaria lidar com ele também. E foi o que ocorreu. Apesar da grande força bruta da criatura, ela não era capaz de conter o experiente grupo da Fairgrass.

• Com os inimigos do caminho mortos sob a neve, o grupo prosseguiu a jornada por mais sete dias. Como ocorria desde que Duque tomou posse do machado dos lordes anões, o grupo pernoitaria na torre de Mart enquanto o bárbaro ficaria em um acampamento a céu aberto, utilizando o cobertor mágico de Tao para manter-se aquecido.

• Após uma longa e fria noite, ainda na madrugada, mas já com o sol no céu, Duque foi abordado por um grupo de anões que se diziam Duranins. Eles perguntaram algumas coisas para o bárbaro e ele acabou ficando irritado. Antes que o grupo de seis inimigos pudesse tomar qualquer iniciativa o machado flamejante de Duque (já que o dos lordes anões ele ocultaria até sair do território dos Duranim) cortava o ar frio na direção de seus provocadores. Uma batalha começava. O grupo, que estava distante, pode ouvir o início da confusão e partia para ajudá-lo, mas ele precisaria resistir algum tempo sozinho.

• A luta contra os seis anões foi dura. Duque por pouco não sucumbiu aos ataques, embora tenha matado mais da metade deles. Porém, o desfecho foi positivo graças a chegada providencial de Mart e Tolman, que acudiram o aliado dando-lhe a oportunidade de terminar sua luta e eliminar seus inimigos.

Espinha do Mundo, de Midwinter ao dia 7 de Alturiak do ano de 1490.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 70

Buraco

• Mart estava na Torre Blackstaff para concluir o negócio de Lex Drake sobre a garra de runas de Wyrm. Elmet estava fazendo jogo duro com o warforged, já que não o conhecia e ele não forneceu muitas informações sobre seu companheiro. Após algum tempo, o Artifiser emprestou o anel de mensagem para que ele entrasse em contato com Lex Drake diretamente e provasse a relação entre os dois.

• Enquanto aguardava, Liandre da guilda surgiu por teletransporte na porta da Torre Blackstaff. Ela segurava uma sacola e junto com Elmet ela entrou em uma sala dos fundos. Poucos instantes depoisa mulher e elfo saíram. A bandida se teletranportou embora dali poucos minutos antes de Tolman entrar pela porta perguntando por ela.

• Depois que Tolman explicou para Mart que Liandre estava com todos os seus equipamentos, a dupla foi indagar Elmet sobre os objetos. Eles tentaram cobrá-lo dizendo que os objetos eram roubados e que eles o desejavam de volta. O elfo disse que eles foram entregues por Liandre como forma de pagar uma dívida da guilda. Depois de alguns instantes de discussões improdutivas, Luvian surgiu e pôs fim a conversa. Ela devolveu os objetos de Tolman ao ver o amuleto presenteado para o feiticeiro por Grumarrur. Porém, ela alertou o Sr. Fairgrass de que ele precisava compensar o fato de Liandre, que ela sabia que pertencia a mesma guilda que ele, ter trazido objetos que não foram capazes de pagar a dívida que existia.

• Tolman reparou que as moedas de platina e ouro que ele possuía em sua bolsa sem fundo não estavam mais ali. Elmet disse que não havia nenhuma moeda e que apenas os objetos estavam sendo utilizados para cobrir as dívidas. Luvian usou uma zona da verdade e o elfo revelou que havia roubados as peças. Depois de devolvê-las para Tolman, Luviam fez o funcionário desaparecer com um gesto de seu cajado. A arquimaga então dispensou o grupo para que pudesse reorganizar a loja.

• Drake não ficou muito satisfeito ao ouvir que Mart não conseguira as garras de runas de wyrm. O draconato não estava muito otimista de encarar o dragão sem elas. Mesmo assim, seguiram sua jornada em direação à buraco.

• Um dia e meio separou o grupo do local marcado no mapa como A Buraco. Tratavam-se de muitas crateras no chão onde nas passagens cheias de meandros que se formavam entre elas haviam dois gigantes do gelo obrigando orcs a trabalhar. Os buracos pareciam puxar o ar ao seu redor, e as passagens entre eles eram estreitas, mas suficientes até para os gigantes trafegarem.

• Não havia outro caminho a seguir para chegar até o Portão dos Duranim, já que a buraco estava localizado em um vale entre montanhas íngremes e geladas. Porém, o grupo achou imprudente avançar e enfrentar as criaturas no camino estreito. Assim, Tolman se aproximou um pouco e atraiu as criaturas para mais perto. Os monstros não exitaram e atacá-los, e acabaram emboscados em uma região um pouco mais baixa. A batalha contra os gigantes não foi muito dura depois que Tolman conseguiu transformar um deles em um pequeno porquinho da Índia. Os orcs foram abatidos facilmente e em grupos.

• Depois que um dos gigantes foi morto por Tao, Tolman avançou sobre o porquinho da Índia e o pegou. Ele iria levá-lo até o buraco e jogá-lo, mas Duck (o nome anão de Dick) optou por uma ação imprudente: Ele arremessou seu machado no pequeno animal que Tolman carregava, matando-o. A morte da forma transformada fez a criatura voltar a ser um gigante do gelo, que imediatamente atacou Tolman. A luta ainda não havia acabado.

Espinha do Mundo, dias 29 de Hammer a 1 de Midwinter do ano de 1490.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 69

Tolman e a Guilda

• Logo pela manhã Tao, Mart e Drake foram ao encontro de Dick na torre erguida por Mart. Enquanto isso, Tolman e Talon ficaram na residência de Kiminus aquecendo alguma comida. Talon estava de olhos nos equipamentos dela, mas não encontrou a oportunidade certa para roubá-los sem ser notado.

• Depois de uma despedida rápida eles seguiram viagem pelo gelo em direção à montanha dos Duranim. Eles sabiam que não chegariam lá antes do encontro agendado por Tolman na guilda, e assim acamparam na neve enquanto o feiticeiro viajaria com seu bracelete até Aguasprofundas. Mart o acompanhou com a tarefa de comprar o objeto mágico que Drake havia encomendado na Torre Blackstaff.

• Tolman chegou um pouco adiantado na reunião. Apenas Eril Agen e Guissi se encontravam por lá. Os dois murmuravam um com o outro na entrada do feiticeiro, mas interromperam o assunto imediatamente e o silêncio tomou conta da sala até que Aeric, Liandre e Karugor chegassem. Svar não apareceu.

• Karugor esperava que Tolman trouxesse alguma forma de lidar com os problemas que a guilda vinha enfrentando, como ele havia prometido há algumas semanas. No entanto, o feiticeiro continuou com suas promessas para o futuro e pedindo que todos confiassem nele. Irritado, o tiefling o ameaçou em tom claro de desrespeito. Tolman reagiu, ofendeu e um confronto começou, mas não demorou. Tolman prendeu o líder com uma mão de Bigby, mas foi contido por Aeric que fez uso de uma magia de dominação. Impotente, o feiticeiro teve seus pertences removidos e foi levado para o calabouço com três guardas sob supervisão de Eril Agen.

Liandre

• Assim que retomou a consciência Tolman tratou de fugir do local. Os guardas o cercavam e nem tomaram ciência do acontecido: uma explosão de raios nocauteou a todos e uma nuvem densa impediu que Eril visse para onde o feiticero se teletransportara. Ele havia ido direto para a porta e retornado para a sala de reuniões, onde estavam ainda Karugor, Aeric e Guissi.

• Não houve reunião na sala de reuniões. Uma nova luta começou e Karugor e Aeric eram os inimigos. Tolman conseguiu imobilizá-los por alguns momentos, até ver Guissi com uma adaga ao lado de sua costela. O ladino não estava muito interessado naquela luta, e forçou uma desculpa para se retirar dali ("vou procurar Eril"), deixando que Tolman lidasse com o líder e sua lacaia.

• A batalha se desenvolveu por alguns segundos, com todos utilizando o seu melhor para a batalha, a excessão de Karugor, que parecia prejudicado por alguma razão. Aproveitando-se da situação, Tolman animou todos os móveis da sala e os fez atacar seus inimigos, derrubando o tiefling em alguns instantes. Aeric, cercada e sem tempo de reagir, acabou sendo sufocada pelos objetos encantados e também sucumbiu. Com seus adversários fora do caminho, Tolman agora precisava encontrar Liandre e seus equipamentos.

Espinha do Mundo, dias 28 e 29 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 99

O reencontro com Siviâm

• Ainda no baile, Cóquem estava desconfiado da elfa que flertou com Landalfo. Ao questioná-la, o napol acabou descobrindo que ela parecia ter algum interesse no elfo pelo seu prestígio em Âmien, talvez para retornar ao reino. Sobre a situação política do reino Floresta, ela soube dizer o que ele já sabia, de que o príncipe Gáltilo e a rainha Enora vinham discordando com frequência.

• Como Landalfo havia sumido do salão, Cóquem estava procurando-o por todos os cantos. Seu amigo de pensamentos continuava lhe acompanhando e foi quem lhe disse que o alquimista estava no pátio do castelo. O napol ainda interrompeu a dança de Lanâncoras para questionar sobre o próximo passo do grupo.

• Landalfo, que recebera a notícia de que Horen Vigia estaria em perigo em Eredra, encontrou-se com Cóquem na entrada do salão. O trio Landalfo, Cóquem e Lanâncoras foram até Éperus, onde explicaram a situação. A mensagem falava da morte de Veinor, o Tu-Portentã de Eredra, em favor de um Portentã chamado de Guvinór, supostamente um apoiador de Verrogar.

Tesouro do pirata (Sessão 72):
♦ 30.000 Moedas de ouro;
♦ 80.000 Moedas de Prata;
♠ Gemas de lápis lazuli no valor de 50.000 moedas de prata;
♠ Granadas no valor de 120.000 moedas de prata;
♫ Artes no valor de 3.000 Moedas de ouro;
Valor total: 58.000 moedas de ouro, depois de trocadas, o que já ocorreu;

• Em uma reunião de emergência com Éperus, Kolich, o grupo e o mensageiro, foi revelado que o acontecido com o Tu-Portentã fora há dois dias. A preocupação de Dantsem era de que Verrogar usasse um aliado em Eredra para continuar enviando tropas pela estrada que fizeram. Portanto, o general Dantseniano queria alguma garantia de que Eredra não voltaria a apoiar Verrogar. Para isso, o grupo precisaria ir até Eredra.

• Apesar da urgência em Eredra, o grupo precisava encontrar-se com Siviân primeiro. Eles calcularam o tempo que levariam, e acreditavam que teriam alguns dias para viajar até a Floresta de Marvion e depois retornarem até o reino dos bárbaros. No meio tempo enquanto se preparavam para a partida, Kaiser pediu que Arnieta comprasse uma propriedade em Isalíbel grande o suficiente para abrigar os grifos que ele estava treinando. Também substituíram suas armaduras por peças novas. Pedodes, quando conseguiu contato com seus seguidores em Léom, ordenou que eles parassem de perseguir Elaias, uma vez que ele já sabia que a criatura profana estava além de Isalíbel.

• O grupo viajou ainda no dia 20 do mês da paz. Eles seguiram transformados e pernoitaram no caminho. Cóquem teve pesadelos neste dia e foi lembrado por seu Amigo de que eles foram apenas uma lembrança de Branaxis na noite dos Pesadelos. Pedodes foi avisado sobre isso, mas não pode fazer nada além de se preocupar com o companheiro.

• A chegada no lar de Siviân no dia seguinte teve a recepção de uma das criaturas da naturalista, uma árvore animada. A criatura reconheceu o grupo como amigo e lhes orientou para procurarem o acampamento de Gálegor, pois ela seria encontrada lá.

• A viagem até o acampamento militar levou apenas alguns minutos na forma de ave. Eles foram novamente reconhecidos e levados até a barraca do líder, Gálegor, que conversava com Siviâm. A naturalista foi imediatamente questionada sobre a maldição do napol e disse que apenas um necromante poderoso poderia responder estas perguntas. Sobre a guerra, ela afirmou que um demônio poderoso está no comando de Porteval, mas disfarçado de humano. Ela deseja proteger a floresta do pior e está disposta a apoiar os humanos na batalha vindoura.

• Siviâm também tinha outro assunto importante a destacar. Ledâm fora visto novamente nos arredores dos Montes Dourados, que são vizinhos da Floresta de Marvion. Talvez oportunamente, tendo em vista que se trata de um necroarcano, um necromante poderoso, embora Pedodes rejeitasse sequer tal pensamento. Tremores de terra foram sentidos por alguns instantes para referendar a presença do morto vivo nos arredores. Segundo Siviâm, ele estaria nos Montes procurando pelos restos de Dramax, um Dragão Dourado do Fogo. Sua tarefa estaria quase concluída.

Dantsem, dias 19 a 21 do mês da paz do ano de 1501.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 98

A reconquista de Isalíbel

• A chegada da comandante Verrogari não mudou a situação da batalha imediatamente. Embora alguns dos soldados tenham rendido-se, outros seguiram em combate contrariando as ordens da humana. Uma área de paz invocada por Pedodes impedia que a luta sangrenta ocorresse ao seu redor e deu algum tempo para que os inimigos pensassem.

• Landalfo, mesmo ferido, seguia tentando abrir os portões com sua magia. Cercado por inimigos, ele foi capaz de manter-se vivo e movimentar a manivela com telecinese. Com os portões abertos, os exércitos dantsenianos começaram a ocupar a cidade, deixando apenas o palácio ainda resistente.

Anurim

• A entrada de Éperus foi uma vez mais com um comandane inimigo curvando-se e jurando lealdade ao novo rei de Verrogar. Anurim, terceira comandante das tropas verrogaris, como ela mesma se apresentou, disse que o rei Attos os deixaram para morrer naquele lugar. O grupo, sempre alerta com ela, não viram nenhuma ação hostil ou traiçoeira.

• Kaiser sobrevoou o palácio fortificado com seu esquadrão de cavaleiros de grifos. Não perdeu tempo quando avistou um comandante saindo para os jardins. Desceu de sua criatura e ordenou que ele se entregasse. Depois de ouvir uma negação e alguns insultos, o arqueiro desafiou o verrogari para um duelo, que foi aceito. Landalfo, que acompanhava o arqueiro, criou uma área de proteção com aeromanipulação ao redor dos desafiantes e ficou em alerta para o caso de algum soldado resolver se intrometer.

• A luta entre Kaiser e o comandante verrogari levou alguns segundos. Kaiser exitou em seu primeiro disparo e acabou se ferindo. O inimigo, para compensar, não conseguiu chegar perto o suficiente para atacá-lo com precisão. Mas Kaiser não daria outra oportunidade. Com uma flecha certeira, o arqueiro conseguiu acertar no ponto fraco da proteção do inimigo, atingindo-o através da armadura e colocando-o ferido ao chão. Com a derrota de seu líder, os soldados inimigos se entregaram e os portões foram abertos. A batalha estava vencida e Isalíbe, reconquistada.

• O dia fora muito cansativo para os aventureiros. Éperus tratou de agradecê-los por todos os feitos que eles alcançaram nos últimos dias. Depois, avisou-os que no dia seguinte seria realizado uma grande festa nos jardins do palácio com alimentos para todo o povo. Os aventureiros deveriam vestirem-se a rigor e estarem presentes, já que eram os heróis da cidade. No meio tempo entre o descanso e a festa, porém, Landalfo tentou alertar Beíl sobre os cavaleiros da noite. Também ouviram sobre os rumos da guerra, descobrindo que as estradas de Eredra ainda estão sendo utilizadas pelos soldados verrogaris, embora com mais burocracia, possivelmente graças aos esforços de Horen Vigia.

• A estratégia que o grupo estava traçando envolvia ir até a Floresta de Marvion e tentar conseguir apoio da Senhora da Floresta. Depois disso, eles iriam tentar contatar Azerb, pois sabiam que ele estava a rumo de Porteval. No entanto, Éperus foi enfático em dizer que Azerb não devia ser contatado neste momento. Seria muito importante que ele chegasse em Porteval, pois significaria que Dantsem e Éperus teriam um espião dentro da cidade que iriam atacar.

• A festa de gala promovida pelo exército de Éperus e o dantseniano foi muito bem vinda para todos os cidadãos. Landalfo dançou por vários minutos com Beíl, e depois que ela partiu foi convidado por outra dama, mas recusou. Pedodes foi apresentado a várias personalidades influentes locais pelo sacerdote do templo de Cruine e foi capaz de levantar uma pequena fortuna, capaz de erguer um fabuloso templo nos arredores do cemitério que a batalha destruiu. Torin passou comendo. Comendo muito. Kaiser e Arnieta talvez tenham sido aqueles que aproveitaram a festa da forma mais natural. O ludgriano ainda encontrou um tempo para, em cerimônia particular, condecorar cada um dos seus cavaleiros de grifo.

• Suspeitando das damas que o perseguiam, Landalfo tratou de sumir da festa usando sua magia (literalmente sumindo). Foi atrás de Beíl, que renderia um soldado na patrulha dos muros. O mago passou algum tempo com a mulher e viu quando um mensageiro chegou a cavalo, com uma notícia urgente: Veinor, Tu-Portentã de Eredra, estava morto. Horen Vigia estava em apuros.

Dantsem, dia 18 do mês da paz do ano de 1501.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 68

A anã salva dos ietis

• Assim que avistaram a enseada congelada o grupo também percebeu que uma anã ferida estava cercada por Ietis furiosos e resolveram intervir. Isso deu início a uma batalha sobre o gelo que se extendeu por alguns minutos.

• O confronto contra os monstros trouxe alguns perigos para muito perto. Drake acabou sendo alvo de um olhar paralisando dos monstros e afundou no gelo quebrado pelas magias lançadas e também pelo peso das criaturas. Não fosse Tolman transformá-lo em uma lula gigante, o draconato teria morrido nas águas geladas. Enquanto isso, Dick e Tao lidavam com outros ietis e segundo a segundo os enfraqueciam, até que finalmente todos foram mortos.

• A anã que foi salva se apresentou como Kiminus e levou o grupo até sua cabana nas montanhas congeladas. Ela disse ser uma ermitã e que conhece toda a região. O grupo apresentou o mapa que conseguiu com os draconatos e ela informou que o acesso até a montanha Kordiean pode ser realizado pela Portão dos Duranim. No entanto eles não gostam de estrangeiros, especialmente não anões, e poderá exigir algo em troca. O machado recém adquirido de Dick Garhelm é a primeira opção.

• O grupo começou a considerar várias alternativas de negócio para quando chegassem nos Duranim. Afinal, não desejavam entregar o machado de Garhelm.

Espinha do Mundo, dias 28 e 29 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 97

A invasão de Isalíbel

• O confronto contra o devorador astral prosseguia, mas a criatura já demonstrava sinais de fraqueza. As flechas de Kaiser pareciam estar afetando-a como em nenhum outro momento da batalha, mas foi a espada flamejante de Torin que abriu a bolsa de energia da criatura e a fez agonizar. Dezenas de outras criaturas filhotes, incapazes de lutar, foram consumidas pelas chamas antes do monstro morrer. As chamas, entretanto, se espalharam e consumiam todo o corpo da criatura com o qual Landalfo desejava fazer experimentos. Com sua hidromanipulação, Lanâconras começou a borrifar água sobre a criatura. No entanto, o líquido daquele pequeno lago já estava consumido em energia elemental demais e o mana gasto por Lanâncoras foi o suficiente para desestabilizá-lo. Uma grande explosão aconteceu, ferindo vários dos integrantes do grupo e por pouco não provocando um desabamento. Foi Lanâncoras que conseguiu consertar o estrago que por pouco não provocou ao impedir o desmoronamento com seus poderes elementais de geomanipulação, desta vez não afetados por nenhuma das pedras energizadas.

• Enquanto o grupo se recuperava do confronto contra o Devorador Astral, Cóquem foi comunicar o exército de Éperus para começar o avanço pelos túneis. Enquanto isso, Kaiser avançava pelas cavernas que se conectavam com Isalíbel para descobrir se havia patrulhamento. O arqueiro encontrou alguns guardas verrogaris conversando no idioma estrangeiro e não foi capaz de compreender, mas notou o tom de reclamação nas vozes deles.

• Depois de estarem todos reunidos e um pouco mais descansados, Kaiser e Landalfo foram os escolhidos para avançarem sozinhos pelos túneis a fim de descobrir aonde eles levariam. A dupla abateu sorrateiramente os dois guardas que Kaiser encontrara uma hora antes, mas teve tempo suficiente para ouvir que eles reclamavam de ainda estarem em Isalíbel e do reforço ainda não ter chegado. a dupla não foi tão silenciosa nos próximos que encontraram. Os três patrulheiros dos túneis foram abatidos rapidamente, mas não antes de conseguirem tocar a sineta de alarme.

• Os túneis levavam até o cemitério de Isalíbel. Um pelotão de soldados os aguardava naquele lugar e eles precisariam dar cobertura lutando para que os exércitos de Dantsem conseguissem entrar pelo mesmo ponto. Assim, os heróis de Dantsem lutaram no cemitério contra um pelotão verrogari enquanto o exército dantseniano invadia a cidade pelos túneis que eles haviam escavado. A batalha não tardou a ser vencida. Em pouco tempo a maioria dantseniana estava estabelecida e o grupo avançou sobre os portões, onde poderia abrir a passagem para todo o restante do exército que fazia o cerco na cidade.

• A luta no cemitério foi apenas uma cobertura para os aliados invadirem, mas Pedodes sentiu-se culpado pelo que ocorrera. Um solo sagrado para Cruine fora devastado por bolas de fogo e os mortos foram importunados por um combate que desrespeitava suas memórias. Por outro lado, a luta teve momentos em que o grupo mostrou sua superioridade frente aos adversários, como quando Torin impediu a passagem de 4 soldados ao mesmo tempo ao se colocar em frente a porta, ou quando Kaiser disparou suas flechas em pé sobre uma cerca de madeira instantes antes de saltar em cambalhota sobre o lombo de Kazu, seu grifo que voava em rasante para que ele pudesse montá-lo em movimento.

• Os muros de Isalíbel estavam bem protegidos, mas não estavam preparados para defenderem pelos dois lados. Eram talvez uma dúzia de inimigos fazendo a proteção quando o grupo chegou em frente aos portões. Landalfo foi apressado e tentou transportar-se direto para o lado da manivela que abria o acesso principal e quase fora morto por um dos soldados. Pedodes ordenara que dois dos inimigos abrissem o caminho, mas eles estavam sendo impedidos por outros inimigos. Apesar da dificuldade que impunham os adversários, o combate se encaminhava para uma vitória difícil dos heróis de Dantsem. No entanto, algo surgiu de repente para ajudá-los: Uma comandante verrogari cavalgava na direção da batalha pedindo que seus comandados baixassem as armas e seguissem o verdadeiro rei de Verrogar, Éperus.

Dantsem, dia 18 do mês da paz do ano de 1501.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 67

Bem equipados para a jornada

• O grupo estava pronto para seguir sua jornada uma vez que já tinha em mãos o mapa apontando a localização de Kordiean, local que acreditavam estar seu destino. Contudo, antes de iniciarem sua caminhada pelos picos nevados da Espinha do Mundo, o grupo resolveu conhecer melhor a cidade e procurar alguns itens que poderiam ser úteis. Acabaram nos templos centrais da cidade, uma estrutura que abrigava templos de Moradim e outros deuses anões.

• Acabaram no templo de Vergadain, o deus anão da sorte e da riqueza. Dois baús enormes continham bens cedidos ao templo para venda. O velho sacerdote estipulava os preços, que pareciam todos sempre altos. Após analisarem vários objetos, o grupo encontrou um conjunto de tapetes mágicos que achou útil: eles mantinham confortáveis seus usuários mesmo no mais inóspito frio. Também adquiriram um anel dourado e um chicote mágicos.

• Um pouco mais de investigação nos bens do templo e eles encontraram um machado lendário. Era o Machado dos Senhores Anões, uma arma dourada e cravejada de jóias com tantos poderes que era difícil enumerá-los. Dick, encantando pelo objeto, reuniu todas as moedas que tinha e mais algumas de seus companheiros, somados ainda às peças de mítral que haviam encontrado no covil de Hammath fez a aquisição no templo. Conforme o velho sacerdote, um bárbaro humano havia deixado aquela arma ali como doação por não sentir-se digno de usá-la.

Machado dos Senhores Anões

• O grupo ainda esteve na taverna antes de partir e o machado já começou a chamar a atenção de outros anões. Um guerreiro desafiou Dick Garhelm para um duelo, que veio a ocorrer na frente do estabelecimento. A batalha foi rápida. Dick derrubou o inimigo no chão em poucos segundos, mas poupou a vida dele. Percebendo que a situação do grupo poderia piorar se eles permanecessem muito mais tempo naquela cidade, Tolman tratou de acelerar os últimos afazeres e todos partiram rumo ao nordeste.

• A caminhada do grupo, que começara no dia 24 de Martelo, já se extendia por diversos dias e foi interrompida no dia 28. Uma enseada congelada parecia ter uma vítima de gigantes. O grupo se aproximou um pouco e percebeu que tratavam-se de Ietis. A luta contra as criaturas estava prestes a começar.

Espinha do Mundo, dias 23 a 28 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

(SG) Sessão 96

A nova companhia de Cóquem

• Cóquem havia cedido, de alguma forma, para uma presença demoníaca que havia atacado a partir da mulher capturada. A partir daí o napol passou a ver a presença de um napol estranho. Este "amigo", como se auto denominou, era visto apenas por ele e conversava tentando "abrir os olhos" do bardo, fazendo interpretações próprias sobre tudo o que ocorria ao seu redor.

• Pedodes presenciou a cena sem compreender muito, mas Cóquem explicou-lhe tudo o que via, mesmo com os pedidos da sua companhia mental dizendo para não fazê-lo. Os outros prisioneiros assustavam-se com a cena e Éperus parecia bastante preocupado. Por fim, a presença do estranho napol sumiu quando Cóquem ordenou. Ao mesmo tempo, a prisioneira que proferiu as palavras para o napol permaneceu inconsciente e nada, nem mesmo uma ressurreição de Pedodes, foi capaz de trazê-la de volta.

• Todos foram convocados para saber o que ocorrera com Cóquem. Algumas teorias foram traçadas, mas o grupo não chegou a nenhuma conclusão e resolveu seguir em frente e pensar em como resolver isso no futuro. O estranho napol voltou a surgir na mente de Cóquem algumas outras vezes, mas em nenhum momento ele pareceu controlar as ações do bardo.

• A manhã seguinte foi de levantar acampamento. O exército dantseniano avançaria até Isalíbel e preparia o ataque. O grupo ainda prosseguiria a escavação até as minas de Isalíbel. Landalfo aproveitou a oportunidade para experimentar o líquido que extraiu dos devoradores astrais menores como um digestor para as pedras energizadas ocasionadas pela grande quantidade de karma utilizado no subterrâneo. O experimento foi um sucesso, pois transformou as pedras energizadas em rochas comuns. No entanto, a grande quantidade do líquido do monstro que foi necessária tornou inviável que ele fosse utilizado em grande escala.

Kazu, o grifo de Kaiser

• Kaiser foi voando para o norte ao encontro de Duterte, pois seus grifos deveriam estar treinados. Lanâncoras o transformou numa ave e ele conseguiu a viagem em apenas um dia. Ao chegar lá, o arqueiro conheceu melhor os dez cavaleiros que receberam treinamento de montaria aérea e designou Horis, o mais habilidoso deles, como o tenente do pelotão. Após uma noite de conversas e de acordos com seu treinador de grifos, o marquês retornou para o acampamento dantseniado voando com seus dez comandados. Ao chegar lá, foi levado ao encontro de seus companheiros no subterrâneo através de um portal aberto pelo mago Rics.

• Cóquem teve mais momentos de resistência contra o napol em sua mente. O demônio que o atormentava lhe pressionava lembrando momentos ruins de seus companheiros e valorizando os feitos do bardo. Também distorcia as palavras dos aliados para mostrar que ele também era descartável e seria sacrificado, se fosse necessário.

• O grupo já estava com mais de 90% da viagem concluída, segundo as estimaivas de Osvald. Porém, uma nova área aberta repleta de pedras energizadas possuía outro devorados astral. O grupo avançou rápido sobre a criatura e começou a atacá-lo. A batalha era perigosa, tendo em vista os ataques poderosos da criatura, mas os aventureiros eram experientes e numerosos o suficiente para lidarem com ela de forma segura. Mas às custas de recursos que podem ser úteis no futuro...

Dantsem, dias 17 e 18 do mês da paz do ano de 1501.

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

(VP) Sessão 66

A chegada em Raven Rock

• O grupo garantiu que Dick Garhelm permanecesse inconsciente por pelo menos uma hora após a batalha contra os inimigos. Tudo para certificar-se de que o encantamento lançado por Kurizia já não estaria mais em efeito. O bárbaro lembrou que havia sido encantado assim que acordou, se enfureceu e acordou a mulher apenas para que ela visse o machado cortar-lhe o pescoço.

Trio de draconatos: Elusian, Jurian e Rav-Kal.

• Os espólios da luta garantiram ao grupo poucas moedas, mas alguns objetos mágicos: um anel de voo, uma capa do desfoque e uma sandalha de resistência.

• Muitas horas depois, já no dia seguinte, o grupo reiniciou sua jornada até Raven Rock. Foram dois dias de uma longa caminhada até que chegaram na cidade mineira das montanhas. Foram direto até uma taverna, onde um bardo tocava em um ambiente lotado. Três draconatos se destacavam na multidão, e Drake foi ter com eles enquanto Tolman negociava os vinhos trouxera da taverna perto da estada Blackford.

Arburim

Vilfenda

• O trio de draconatos era formado por uma fêmea de bronze, um macho vermelho e uma fêmea dourada. Drake iniciou sua conversa com a de bronze, mas a conversa esfriou assim que sua filosofia de superioridade passou a ser percebida especialmente pela dourada, que parecia ter alguma relação com os mandamentos de Bahamuth.

• A saída dos draconatos da taverna coincidiram com barulhos vindos da praça principal, onde uma execução ocorria. Drake e Dick foram os primeiros a irem verificar do que se tratava, e viram anões sendo executados. Dick e sua delicadeza bárbara quase lhe arranjaram uma briga com um aldeão apenas por escolher as palavras erradas para perguntar o motivo das execuções: roubo de mineiros.

• Tao e Tolman chegaram na praça a tempo de verem os quatro anões que ainda restavam serem condenados por aclamação popular depois de Arburim e Vilfenda tentarem condená-los e inocentá-los, respectivamente. O feiticeiro aproveitou o dispersar do povo para tentar nova conversa com o trio de draconatos e descobriu que eles possuíam um mapa para chegar no monte Kordiean, onde supostamente estava escondido a engrenagem que eles procuravam. A negociação com eles durou alguns minutos com Drake atrapalhando apenas com sua presença lembrando Tiamat, mas finalmente Tolman conseguiu um acordo: ele enviaria os draconatos para uma viagem ao sul, como eles queriam, e receberia o mapa em troca.

• Para fazer cumprir o acordo, Tolman usou seu amuleto e viajou até o plano elemental do fogo. Os draconatos sentiram-se ameaçados e o acordo quase se quebrou naquele momento. Mas a troca foi realizada naquele porto quente antes que o feiticeiro os teletransportasse até o Lobo do Mar. Milise foi avisada do acordo e o trio de draconatos parecia bastante satisfeito com o acordo. O grupo estava se reunindo mais uma vez em Raven Rock para planejar a próxima rota.

Espinha do Mundo, dias 18 a 23 de Hammer do ano de 1490.

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

(VP) Sessão 65

A verdadeira face dos contratantes

• O grupo chegoou na sala onde estava o túmulo de pedras. Drake iluminou a sala e eles notaram que a tampa não estava apenas colocada em cima, mas sim colada sobre a base da tumba. Resolveram abrir e, assim que começaram, as estátuas que estavam na sala despertaram e começaram a atacá-los.

• A batalha contra as os gárgulas não foi particularmente difícil. Tao usou suas técnicas secretas para lançar meia dúzia de ataques em poucos segundos e destruir dois monstros. Dick e Tolman se livraram do restante sem grande esforço. Mart foi o mais prejudicado, pois foi vítima de uma baforada ácida certeira enquanto falava com seus companheiros.

• Com as estátuas destruídas o grupo teve o tempo que precisava para abrir a tumba. Arrastaram a tampa para fora sem virá-la e viram os restos mortais de uma anã em seu interior. Ela vestia trajes de artífice.

• Uma última área das cavernas ainda não havia sido explorada. Uma estátua angelical e alguns esqueletos presos por correntes nas paredes preenchiam o espaço, mas nada de mais fora encontrado. Depois disso eles voltaram para a superfície e exploraram o restante dos jardins.

• Uma torre se erguia no canto sudeste do terreno. A porta estava emperrada, mas Dick conseguiu afrouxar as marcas de ferrugem. No segundo e mais alto andar, o grupo encontrou uma mesa com duas cartas. Depois de lê-las, ouviram de Mart e de Talon que o homem que os contratara, Gulag, havia retornado com um reforço. Ele bradava que mataria o grupo e ficaria com seus pertences. Um arquimago era seu novo aliado, e isso deveria tornar a batalha mais interessante.

• A luta contra os quatro inimigos foi longa. Gulag não resistiu muito tempo enfrentando Dick e Tao, mas o bárbaro logo em seguida acabou seduzido por Kurizia ao ouvir as lembranças de seu encontro recente e precisou ser contido por Tao e por Mart. Enquanto isso, Tolman travava uma batalha quase particular com o arquimago. O feiticeiro conseguiu ferí-lo a ponto de fazê-lo fugir. O Sr. Fairgrass foi implacável na perseguição ao inimigo e com ajuda do caos que sua magia selvagem representa ele o eletrocutou até a morte.

As cartas sobre a mesa
A primeira carta, assinada por uma pessoa chamada Tarden, dizia:
─ Cara Hammath, preciso que você construa uma bigorna capaz aguentar a mais forte das marretadas. Forjarei Miliandur sobre ela, junto das chamas de Kordiean.

A segunda carta estava sem identificação e dizia:
─ Você pagará pelo que fez ao meu irmão. Foi sua criação que a destruiu. Que Lathander me perdoe, mas eu jamais irei perdoá-la e irei vingar sua alma. Você morrerá antes que possa concluir sua missão de pesadelos.

Espinha do Mundo, dia 18 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

(SG) Sessão 95

Ataque por baixo

• Cóquem foi o escolhido para enviar as notícias para o acampamento Dantseniano. Landalfo abriu um portal para o alto do céu e o napol o atravessou já abrindo suas asas. O trajeto de pouco mais de duas dezenas de quilômetros levou cerca de meia hora. Mesmo estando invisível, o bardo foi detectado em sua aproximação e quase foi atacado por guardas aliados. Porém, ele foi rápido em se revelar e sua aparência facilmente reconhecível ajudou os guardar a identificá-lo.

• O napol pediu para conversar em particular com Éperus e, nesta reunião, explicou o plano que o grupo estava elaborando: enviar soldados para os túneis de forma a atacar os muros dos elementalistas de baixo, ao mesmo tempo em que uma tropa principal força-os e os distrai do outro lado do muro. A desconfiança de Cóquem chamou a atenção de Éperus, que perguntou se ele desconfiava de alguém. Porém, o bardo ainda não tinha ninguém para acusar.

• Cóquem viu-se sozinho no acampamento militar depois de despedir-se do futuro monarca. Uma sensação sombria tomou conta dele, e uma soldado dantseniana pediu para apresentar-lhe informações sigilosas em particular. Muito desconfiado, o bardo não cedeu as tentativas da mulher e acabou descobrindo que ela era uma demonista tentando seduzi-lo. Cóquem foi capaz de escapar dos encantamentos da inimiga e voou assustado e o mais rápido que pode de volta para seus companheiros.

• Enquanto isso, o grupo aguardava Pedodes concluir o ritual de Retorno do Mártir para trazer Trídius de volta a vida. Landalfo, que na noite anterior havia manchado-se com um líquido interno do Devorador Astral, não foi capaz de recuperar o karma durante a noite e ainda se sentia muito esgotado. Seus testes mostraram-lhe que esfregar uma das pedras brilhantes nas manchas a removiam, tornando-o capaz de recuperar suas energias mais uma vez.

Tridius

• O ritual de Pedodes foi concluído depois que Cóquem já havia retornado do acampamento dantseniano. Mais uma vez, após um brilho emanado pelo milagre sacerdotal, Tridius retornou a vida e se surpreendeu ao ver o grupo de aventureiros naquelas cavernas. O elementalista revelou ao sacerdote, após perguntando, que não tinha nenhuma lembrança visual de seu tempo morto, embora soubesse mais ou menos onde estava. Em gratidão a Cruine e por recomendação de Pedodes, Tridius manipulou algumas rochas e fez um memorial em homenagem aos magos mortos naqueles túneis.

• A abertura do túnel naquele dia prosseguiu com Lanâncoras, Landalfo, que é capaz de oferecer seu karma para outro mago, Cóquem, que é capaz de copiar encantamentos e tambem Tridius, outro elementalista. O quarteto abriu mais de um quilômetro em alguns minutos, em uma nova demonstração grandiosa de manipulação de karma.

• Enquanto os empreiteiros seguiam abrindo túneis, Pedodes, Lia e os enviados oravam pedindo por auxílio de Crezir. O vingador teve uma epifania durante sua meditação e descobriu que Elaias já avançou além de Isalíbel.

• Os magos precisavam descansar depois da empreitada. Cóquem percebeu uma referência na capa do diário de Ledâm. Embora ele não tenha conseguiu desvendar de imediato, a experiência verrogari de Lia revelou que a capa possuía uma espécie de tema que remetia aos Montes Crássios. Landalfo e Lanâncoras, pouco tempo depois de terem encerrado o serviço diário dos túneis, notaram que pedras de energia concentrada semelhantes a que o alquimista usou para se livrar do veneno do Devorador Astral haviam surgido onde as geomanipulções foram realizadas. Isso lhes preocupou porque poderia ser uma fonte para atrair os monstros.

• Era madrugada do dia 16 quando o exército dantseniano chegou nas proximidades da fortaleza elementalista. O grupo se teletransportou para lá e combinaram com Éperus e os generais como o plano funcionaria: Beil e poucas centenas de homens entrariam pelas cavernas através de um portal aberto por Landalfo e atacariam os inimigos por baixo. Enquanto isso, o exército forçaria a entrada pelos muros. Todas as passagens alternativas pelas montanhas deverias ser vigiadas. Kaiser já havia patrulhado alguns dos caminhos, mas Beil conhecia as rotas mais obscuras.

• O plano foi executado perfeitamente. A tropa dantseniana invadiu a torre sul e dizimou os inimigos. Houve poucos sobreviventes, tendo em vista que não seria seguro se a notícia da existência de passagens subterrâneas chegasse aos ouvidos verrogaris através de algum fugitivo. Porém, Pedodes conseguiu capturar a comandante viva, uma mulher que protegia o alto da torre e queimava muitos documentos. Enquanto a batalha era concluída, Landalfo, Lanâncoras e Kaiser perseguiam e eliminavam outra fonte de perigo: batedores que bateram em retirada assim que perceberam o ataque.

• Pedodes encontrou restos de documentos que remetiam a pesquisas verrogaris sobre a existência de túneis subterrâneos sob a fortaleza. Logo no começo do interrogatório da comandante ficou claro que os inimigos sabiam que os túneis existiam, mas que eles não sabiam onde estavam ou como acessá-los. Pelo menos não ainda. Também descubriram que Verdigius Avius foi o general que ordenou que aqueles soldados montassem guarda nas fortalezas elementalistas, viajando de Treva até Dantsem pelas estradas Eredris, que ainda permitiam o acesso verrogari para beneficiar-se na guerra.

• O interrogatórios dos prisioneiros era realizado apenas por Pedodes, Cóquem e Éperus. Além da comandante, estavam na barraca outros cinco verrogaris, entre eles o batedor que fora capturado com vida por Landalfo, Kaiser e Lanâncoras. As tentativas do vingador em converter a comandante inimiga alegando que Verrogar estava contaminda com demonistas estava-lhes assustando, mas uma das prisioneiras parecia mais provocativa do que com medo. Cóquem resolveu confrontá-la bem de perto, e ao mencionar o nome de Morrigalti no pé do ouvido da mulher, viu que ela mostrou muita surpresa dele ousar dizer aquele nome e proferiu: "Aprendi as palavras certas para deixá-lo tomar conta". Em seguida ela pronunciou palavras em um idioma que, embora Cóquem não reconhece-se, sabia o significado. Era algo como "Eu permito que você me use". O napol sentiu imediatamente uma força mágica avassaladora em sua mente e teve uma vertigem. Pedodes, que assistia tudo a alguns passos, viu o napol cambalear e fechar seus olhos. Algo de ruim acabara de ocorrer...

Dantsem, dias 15 e 16 do mês da paz do ano de 1501.

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

(SG) Sessão 94

Os devoradores astrais

• O confronto contra os devoradores astrais prosseguia. Os três monstros eram do tamanho de porcos adultos, mas logo pareceram pequenos quando uma criatura maior e mais perigosa se materializou nas cavernas: era um Devorador Astral maduro. Gigante, a critura alcançava seus inimigos e era muito perigosa.

• O combate prosseguiu por vários minutos. Os monstros menores foram sendo abatidos, enquanto o maior era cercado pelas armaduras animadas de Landalfo e impedida de avançar. Isso custou a destruoção de Jhonny e Jhonson, duas das criações do alquimista, além do elemental invocado por Lanâncoras, mas ao menos nenhum dos aventureiros feriu-se gravemente.

• Quando Torin finalmente desferiu o golpe derradeiro no monstro, os aventureiros não se conteram em comemorar. Landalfo partiu imediatamente para investigar os corpos das criaturas mortas, mas não teve tempo para investigar o maior, que se desmaterializou antes que pudesse receber qualquer autópsia. O líquido

• Uma área desmoronada da caverna foi removida por Lanâncoras e deu luz a um túnel. Uma pessoa ainda se encontrava ali. Estava viva, mas por muito pouco. Depois de alimentá-la, dar-lhe o que beber e restaurar suas forças com magia, o homem ferido revelou ser Osvald, o mago que partira em busca das crianças. Ele disse que, juntamente com Tridius, tentou enfrentar o monstro, mas foi superado. Em uma última tentativa de se salvar, provocou o desmoronamento das pedras e ficou ali por muito dias até ser resgatado.

• Osvald também falou que conhecia os túneis abaixo de Isalíbel. Falou que os caminhos abertos pelos elementalistas atraíram os monstros, mas que faltavam apenas cerca de 3 km até que eles chegassem em canais já existentes do outro lado. Vendo a esperança nestas palavras, Lanâncora começou a abrir passagem onde os outros magos haviam interrompido. Enquanto isso, Pedodes preparou o sepultamento das várias pessoas que estavam mortas naquele local, menos de Tridius, ao qual pretendia pedir a intercedência de Cruine e trazê-lo de volta à vida com o Retorno do Mártir.

Dantsem, dias 14 e 15 do mês da paz do ano de 1501.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

(VP) Sessão 64

O Paladino Caído

• Explorar as passagens subterrâneas do artífice acabou revelando alguns tesouros. Porém, nem todas as passagens já haviam sido exploradas. Tolman encontrou uma porta além de um buraco. O feiticeiro saltou e começou a explorar sozinho uma sala com uma gaiola grande e um altar enquanto Tao, Dick e Drake estavam ocupados na outra extremidade do complexo.

• Perturbar aquela sala de rituais não fora tão seguro quanto Tolman imaginou, pois um Paladino Morto surgiu na sua frente assim que ele moveu um objeto do altar. A criatura, antes devota à Lathander, o atacou e o forçou a recuar enquanto aguardava a chegada de seus companheiros. O morto-vivo era forte, mas a chegada dos outros aventureiros foi o suficiente para sobrepujá-lo. O próprio Tolman desferiu o golpe de misericórdia na criatura, que parecia estar ali pelo tormento que sofreu da antiga proprietária do lugar.

• Depois de espantado aquele mal, o grupo seguiu com a exploração de onde havia parado, na outra extremidade das cavernas. Sempre com cautela pela ativação de armadilha que já se provaram frequentes naquele lugar. Foi Drake quem encontro um sarcófago de pedras em uma sala no fim de um corredor. Percebeu, quando se aproximou do local, que algumas estátuas de gárgulas estavam por toda a parte. Receoso de que alguma delas poderia despertar, o clérigo hesitou em tocar na sepultura.

Espinha do Mundo, dia 18 de Hammer do ano de 1490.