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terça-feira, 1 de março de 2022

(VP) Sessão 78

O escrutínio de Lex Drake

• Tolman havia retornado para o plano material após sua quase-morte ao encarar o dragão. No entanto, apesar de ter sido o novato Imsh quem o levara ao extremo, era por Lex Drake que não apenas ele, mas também Dick guardava profundo rancor. Sua mudança de atitude tão repentina depois de todos estarem diante da Sanzig enfurecera Tolman e Dick, que acabou desfazendo-se de seu mais precioso objeto em razão disso.

O discurso de Lex Drake

Ultimas palavras de Lex Drake... Mart és inteligente e presenciastes tudo... Estou sendo condenado a morte por ser um traidor reincidente... Neste livro faça o que quiser com ele... aqui está a maior prova da minha primeira traição e hoje cometi a segunda... Aceitei que um dos nossos deveria entregar a vida para salvar todos os outros da ira que ele mesmo despertou... Antes de ser apedrejado e morrer como um falso profeta de uma vez ouçam por favor... Aqui nesta bolsa estão todas as moedas que dividi com vocês nestes meses que passamos juntos. Nela está também o que viemos buscar aqui (direciona a bolsa para os pés de Tolman). Acredite que eu iria até o inferno para te trazer de volta a vida que mereces se fosse necessário e de teu agrado confesso na que na raiva falei demais, espero que algum dia consigas superar minhas palavras verdadeiras mas duras demais... Tao muito obrigado para você quero dizer que terás a minha vida como desejas mas lembro que além do teu tempo e da tua paciência comigo não perdeste nada hoje moeda ou item valioso. Lembro-te que nunca te causei nenhum dano ou arranhão. Sabes que é verdade que já me feriste na fronte e diante deste me humilhaste ensinando uma lição valisosa .. eu em nada revidei. Nunca te fiz alvo de nenhuma magia nociva e sabes disso... Tua maior perda hoje será este amigo... Dick para ti já deixei meu toda minha sabedoria tudo ficou lá dentro nada carreguei para cá para fora desta prisão... vejo que agora sem estar tão furioso já começas a entender melhor tudo isso... estou aqui por ti... para realizar o teu desejo... mas não podemos ter tudo... Saúde e força amigo... Pequeno Amish quero te dizer que se cometi erros e fui fraco não tome meu exemplo espero que minha morte aqui te traga nova oportunidade de apostar no futuro pois não podemos não mudar o que já passou... Decidam logo o que deve ser feito do meu corpo e da minha alma se queimado para que das cinzas não retorne nada trazendo a paz necessária para todos nós ou que nova vida brote como um flor mudando a ordem de tudo que sou hoje... sejam breves mas saibam que como uma criatura de fé isso terá continuação... (último teste de persuasion)

• Sob ameaças e ataques de seus companheiros de Fair Grass, o draconato começou a proferir um discurso despedindo-se do mundo. Dick queria matá-lo, e Tolman queria puni-lo de alguma forma mais séria. Mart, por outro lado, defendia seu antigo ajudante enquanto tentava trazer a luz para as ideias de seus aliados, tendo em vista que fora Imsh quem lançou o golpe que quase acabara com Tolman. Tao, enquanto isso, estava nitidamente confuso e sem ação. Quando o discurso de Drake finalmente terminou, Tolman pediu que ele o acompanhasse e tentou transportá-lo para o plano do fogo. Mas o draconato resistiu e o feiticeiro partiu sozinho para seu destino.

• Um grupo de anões liderados por Fiandra irrompeu pelos corredores assim que Tolman desapareceu. Eles estavam furiosos com os aventureiros que haviam despertado Sanzig. Graças a isso o vulcão de Kordian entrava em erupção e sua lava derretida mataria a todos. De frente ao impetuoso grupo da Fairgrass, a anã acabou intimidada e deixou-lhes partir sem uma nova briga.

• Ainda mais irritado com Drake, Tolman usou seu bracelete para retornar ao plano material, mas algo deu errado desta vez. Uma rachadura abriu-se na jóia e ele foi transportado para um lugar diferente, estranho e inóspito. Restava-lhe explorar, porque seu bracelete não funcionava ali.

• O grupo se deparou com um cenário aterrador ao deixar o Portão dos Duranim. As cinzas do vulcão tomavam conta do céu e lava derretida corria montanha abaixo em direção a eles. Utilizando seus artifícios para voar, o grupo montou vassouras ou ativou seus itens e partiu dali o mais rápido que pode. Mas a aventura não seria fácil. Mart e Tao acabaram atingidos no meio do caminho e caíram na neve gelada. Ninguém estava seguro.

Espinha do Mundo, dia 14 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

(SG) Sessão 106

Infiltrando-se em Porteval

• Éperus estava envergonhado pela forma como fora derrotado em batalha. O grupo, especialmente Kaiser, foi bastante duro com o jovem, dizendo que ele não deveria ter cedido às provocações e aceitado o duelo. Além disso, Pedodes curou os ferimentos físicos do jovem e todos retornaram para o acampamento.

• O grupo investigou um pouco o acampamento e descobriu que um objeto que Éperus carregava, presente de um soldado de Léom, trazia-lhe azar. Além disso, Pedodes visitou os outros acampamentos e dispersou maldições que atormentavam e reduziam a moral dos soldados. Enquanto isso, Cóquem e Kaiser discursavam e motivavam os aliados. Lanâncoras e Landalfo, por suas vezes, dedicavam-se a seus estudos e rituais. Torin reforçava os equipamentos.

• Uma explosão estranha foi vista no início da noite e parecia se originar do centro da cidade de Porteval. No encontro com Azerb, o grupo conseguiu poucos detalhes do que poderia ter ocorrido. Segundo o espião, a explosão ocorrera por um experimento mal sucedido de alquimistas, mas os guardas mais próximos de Brasmim não deixavam nenhuma outra informação vazar. Também ouviram, mais uma vez, que Maraila não gosta de Brasmim, assim como seu fiel conselheiro e sacerdote de Blator, Mahad Saturk. Por fim, ouviram que o general possui um mago de confiança. Antes de prosseguirem para a execução do plano, o espião aconselhou a todos para que não levassem objetos mágicos para infiltrarem-se em Porteval, pois as proteções dos muros detectariam a presença deles imediatamente.

• A infilração na cidade foi tensa, mas ninguém se feriu. Escapar da vigilância dos guardas exigiu muita atenção e agilidade. Azerb guiou o grupo pelas ruelas escuras da cidade até chegarem perto dos muros internos, quando foram deixados por si mesmos. Escapando dos olhares atentos dos guardas, o grupo chegou até uma passagem secreta que os levou até o calabouços vazios do palácio.

• Depois de saírem dos calabouços e chegarem em um saguão, Landalfo seguiu sozinho explorando alguns cômodos do palácio. Fugindo da atenção de uma mulher presente na sala de jantar, o mago esgueirou-se até encontrar uma rota de saída onde mais guardas faziam patrulha. Com o resto do grupo convocado, avançaram em silêncio até a biblioteca que, conforme informações de Azerb, possuía uma conexão secreta até as proximidades do quarto de Brasmim, o qual tinham a intenção de silenciar nesta missão.

• A saída da passagem secreta levou até o corredor que planejavam. No entanto, foram surpreendido por um mago cercado de soldados protegendo o caminho. Ele parecia estar esperando pelo grupo, que não tinha outra opção senão lutar.

Dantsem, dias 17 e 18 do mês Semente do ano de 1501.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

(VP) Sessão 77

Sanzig

O caminho reto era longo e o grupo esperava que fosse o último desafio antes do dragão. No entanto, não fora. Adiante do meio do caminho uma criatura enorme, semelhante a um minotauro, surgiu para impedir a passagem deles. Sem fazer perguntar, o grupo iniciou o confronto.

• A batalha contra o guardião do dragão foi dura. Por pouco alguns dos aventureiros não caiu em batalha. No entanto, a vitória veio com ataques poderosos de Duck. Derrotado, o monstro desapareceu em cinzas, deixando seu grande machado para trás. A arma enorme foi pega por Tao Hen, mas ninguém ali era capaz de manuseá-la até então.

• Seguindo o corredor o grupo se deparou enfim com outra porta, idêntica a primeira. Tolman começou a inscrever os símbolos e a imagem de um mago surgiu, alertando-lhe que não havia nada no covil da criatura, e que ela estava aprisionado por uma boa razão. Ignorando-o, Tolman concluiu as inscrições.

• Com a porta ruindo, Lex Drake tomou a dianteira, avisando o grupo que iria liderar a conversa com Sanzig, a dragonesa. Seu discurso preparado dizia:

Sou o único que fala dracônico e mesmo que o Tolman compreenda direi a todos exatamente o que falarei pois pretendo ir na frente se me permitem. Assim que o avistar direi a ele e conto com todo apoio de vocês (flash of genius. Bend luck e etc para o teste de persuasion): Sanzig... Sou Lex do ovo de Calcryx e em nome da Deusa Cromática você está livre. Demando apenas um pequeno tributo em sua honra. A fechadura mais difícil do mundo também chamada de engrenagem das cem almas.
Sanzig... Sou Lex do ovo de Calcryx e em nome da Deusa Cromática você está livre. Demando apenas um pequeno tributo em sua honra. A fechadura mais difícil do mundo também chamada de engrenagem das cem almas.

• A dragonesa, respondendo-lhe, disse: ─ Eu fui aprisionada há muito tempo por um grupo de humanos. Me libertaram por essa fechadura? Meu tesouro?. Ela também afirmou que não seguia Tiamat e que, em vez disso, queria tomar-lhe o lugar. Ao notar a hostilidade na voz do dragão, Lex Drake virou-se e saiu do covil, deixando o grupo sem saber o que estava acontecendo.

• Tolman, indignado com a reação passiva de Drake, alegou que ele os estava traindo. Ele também ofendeu Sanzig que começava a ficar irritada. Imsh surgiu para tentar acalmá-la oferecendo seu tridente, e acabou ouvindo uma contra-proposta: ela aceitaria, além do tridente, o machado de Drake e a vidade Tolman em troca do machado. Sem pestanejar, Imsh enviou o feiticeiro para as profundezas da terra com seu tridente de Posseidon. Duck, a muito custo, foi convencido a entregar seu machado.

• Tolman viu as rochas prestes a esmagá-lo e com um reflexo instintivo foi capaz de usar seu bracelete de teletransporte para ressurgir no templo elemental na Cidadela de Bronze, o templo de Pulvara. Lá ele foi capaz de se reorganizar, conversar com Tao e preparar seu retorno. Enquanto isso, Duck e os outros estavam muito indignados com Lex Drake e preparavam-se para atacá-lo. Antes que isso pudesse acontecer, Tolman surgiu na frente deles e disse que ele mesmo puniria o clérigo.

Espinha do Mundo, dia 14 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

(SG) Sessão 105

A vergonha de Éperus

• Landalfo acabara de ser detectado de frente para um pelotão militar amiense, na Torre Oculta. O grupo havia chegado até ali perseguindo Fariel, mas ainda não o havia visto. Sem pestanejar, os magos abriram dois portais em sequencia e fugiram do lugar. Em seguida, saíram de Âmiem, abandonando momentaneamente o plano de abater Fariel.

• Voando diretamente para Dantsem, o grupo encontrou-se com Éperus, Katrius e outros militares no acampamento nos arredores de Porteval. O cerco na cidade sob ocupação verrogari estava sendo difícil, pois a moral das tropas dantsenianas parecia anormalmente baixa. Brasmim e a arquiduquesa Maraila lideravam a defensiva. Um encontro entre Éperus e o general inimigo haviam ocorrido há algum tempo e o jovem aspirante a rei de Verrogar saiu muito irritado com as provocações que sofrera e com as afirmações incisivas de que não haveria rendição.

Brasmim

• Enquanto ajudavam no planejamento do próximo passo, o grupo recebeu uma mensagem secreta. Alguém precisava encontrá-los às escondidas em um bosque perto da cidade. Esta pessoa misteriosa se revelou como Azerb, o espião que acompanhava Maraila. Ele elogiou a duquesa e disse que ela é um pouco exitante quanto à Brasmim, que lembrava muito a Afren. O espião também disse que sabia como levar alguns deles para dentro da cidade e que, para isso, eles precisariam se encontrar novamente na noite seguinte.

• A tarde do dia seguinte foi momento de Éperus e o grupo terem um encontro de negociação com Brasmim à frente dos portões de Porteval. Acompanhado de vários cavaleiros, o general viu dois de seus seguidores fugirem quando Pedodes invocou uma esconjuração. A conversa avançou de forma hostil até que Éperus foi desafiado para um duelo por Brasmim. O jovem imprudente, com os nervos à flor da pele, aceitou o desafio e foi derrotado. Antes de receber o golpe final, porém, Landalfo abriu um portal às suas costas e o teletransportou para um local seguro, longe do campo de batalha, e o seguiu juntamente com o grupo. Éperus, embora vivo, sentia-se humilhado.

Dantsem e Âmien, dias 11 a 17 do mês Semente do ano de 1501.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

(VP) Sessão 76

A escalada e um novo companheiro

• O grupo precisava passar pela porta mágica para chegar ao dragão Sanzig. No entanto, para isso, precisava reunir cinco selos misterioros, que foram capazes de deduzir apenas que eram símbolos pertencentes a alguma ordem mística do interior do continente, terras muito distantes dali.

• Usando o portal de três pontos de Tolman, o grupo voltou até Aguasprofundas onde buscou se reunir com algum dos arquimagos na Torre Blackstaff. Luvian os recebeu, achando inicialmente que eles já haviam concluído a missão. Talon aproveitou a oportunidade para desaparecer. Sua quase morte no subterrâneo dos confins do mundo fizeram-no querer deixar a companhia da Fairgrass.

• Com algum tempo de negociação com a arquimaga, o grupo conseguiu fazê-la mostrar um livro antigo que possuía símbolos de ordens de vários lugares do mundo. Aqueles referentes a Ordem da Lua Crescente estavam entre eles. Mart e Tao, cada um em suas próprias anotações, registraram e copiaram os desenhos. Ambos levaram consigo para depois tentar reproduzir na porta mágica.

• Mas retornar não seria tão simples. O teletransporte de Tolman não era tão preciso a ponte de fazê-lo se teletransportar exatamente para o estreito corredor, e ele não queria correr o risco de ter que se justificar para os anões no caso de encontrá-los novamente. Assim, resolveram que escalariam o monte do Altar e de lá usariam o machado de Duck Garhelm para chegarem até a porta, uma vez que o artefato era capaz de viajar de qualquer ruína anã para um ponto conhecido do subterrâneo de forma precisa.

Imsh

• A viagem pela gelada montanha foi arriscada, mas teve surpresas. Em uma passagem estreita rumo ao topo o grupo encontrou Imsh, um goblin aventureiro. Ele estava entocado em uma pequena gruta à beira da estrada. A pequena criatura caolha parecia estar se dirigindo para o Monte Kordian, mas não sabia realmente onde ele ficava. Parecia inofensivo, e de certa forma útil depois que demonstrou ser um druida habilidoso, assim foi bem recebido pelo grupo e passou a acompanhá-los na jornada.

• A chegada no topo do monte do Altar foi relizada com muita cautela. Haviam estátuas muito suspeitas na área e a maior parte do grupo tentou se manter longe delas. Duck ousava mais na exploração, mas logo todos se reuniram no centro do local para usarem o teletransporte e viajarem até a porta encantada mais uma vez.

• De novo frente a frente com porta, o grupo começou a debater qual das cópias dos selos iria utilizar para tentar quebrar o encantamento, se a de Tao Hen ou a de Smartshoter. Drake estava decidido que a cópia de Mart era superior, mas o restante do grupo não estava tão confiante e Tao disse que ele próprio iria escrever os selos na porta. Assim, pegando tinta e uma pena, o guerreiro partiu para tentar quebrar a magia.

• Sua primeira tentativa foi frustrada por algo além de sua habilidade em desenho. A pena o traiu, borrando a pintura e fazendo a cabeça de dragão disparar novamente. Desta vez todos estavam bem preparados e não foram fortemente atingidos pela explosão.

• A segunda tentativa foi executada por Tolman. O feiticeiro conseguiu inscrever o primeiro selo no espaço correspondente e uma voz surgiu do nada alertando: Vorash condenou Sanzig à prisão eterna neste local. Não abram este portal! Ignorando a mensagem que se repetia a cada selo que Tolman terminava de inscrever, o Sr. Fairgrass viu a perigosa porta se abrir diante de seus olhos. O labirinto que estava desenhado na barreira de rocha se desembaralhou e tornou-se uma reta no meio dela, formando o que seria a divisória que se abriu para os aventureiros. Um longo corredor estava no caminho, mas eles ainda não haviam encontrado Sanzig.

Espinha do Mundo, dias 12 a 14 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

(SG) Sessão 104

Âmien

• O grupo continuou a conversa com Hórus até que Cóquem usou um encantamento de amizade sobre ele. Mesmo sob o encanto e revelando algumas informações, o inimigo estava muito atento aos outros aventureiros. Ele tentou transportar-se junto com Cóquem para longe dali, mas não obteve sucesso e acabou sumindo sozinho.

• O grupo voou até as proximidades da Cidade Dourada onde pretendia encontrar a rainha Enora. Eles atravessaram as barreiras místicas a pé para não serem detectados e se aproximaram do palácio pelo solo, uma área úmida e pouco vigiada. Dali, Landalfo foi o guia até a entrada de uma passagem secreta para o interior. Mesmo sendo perseguidos, o grupo conseguiu avançar pelos corredores escondidos até chegarem aos calabouços, onde o alquimista encontrou-se com seu antigo mentor, o qual lhe pôs a par da situação do reino, especialmente da delicada situação de saúde da rainha e das disputas políticas que colocaram muitos dos apoiadores de Enora atrás das grades.

Marcos Calisto

• Ao seguirem avançando pelos corredores secretos o grupo chegou até Marcos Calisto, um dos conselheiros de Enora. Descobriram que o elfo havia sido deposto de tal função, já que era Gáltilo quem dava as ordens agora, mas seu prestígio lhe garantia o direito de residir no palácio.

• O ex conselheiro levou o grupo até a entrada secreta do quarto da rainha Enora. Lá, Landalfo foi ao encontro dela, enquanto Cóquem e Marcos Calisto distraíram os guardas. O alquimista percebeu o abatimento de Enora, que já dava sinais de que seu tempo estava se esgotando. A rainha lamentava por seu filho estar seguindo o caminho que seguia, especialmente por Fariel ser o conselheiro. Por fim, Landalfo descobriu o nome de Kétil Monda, uma ninfa de Dartel que poderia estar na mira do séquito de Fariel por supostamente saber como acessar o Tártaro. Para encontrá-la o grupo precisaria forjar varinhas únicas que lhes permitiram atravessar as brumas do reino das fadas.

• O grupo descobriu que Gáltilo e seu conselheiro estariam nas proximidades da Torre Oculta de Âmien. Landalfo tinha uma noção de como chegar lá depois de receber as instruções de Marcos Calisto, e assim eles partiram do palácio através de uma série de portais abertos em sequência.

• Foi Landalfo quem chegou mais perto da entrada da torre oculta, uma construção baixa que não se parecia com uma torre. A vigilância no local era muito intensa e o mago acabou detectado, mesmo invisível.

Dantsem e Âmien, dias 09 a 11 do mês Semente do ano de 1501.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

(VP) Sessão 75

A porta do Dragão

• Aproveitando o tempo livre antes que recebessem a autorização para seguirem a trilha dos anões, o grupo partiu de volta para Aguasprofundas onde pretendia se municiar para enfrentar o dragão Sanzig no Monte Kordian.

Objetos comprados
◊ Penas da queda;
◊ Decantador da água interminável;
◊ Mochila de carga;
◊ Cota do Efreeti;
◊ Escudo de proteção contra magia;

• Partindo diretamente para a Blackstaff, o grupo se deparou com uma atendente diferente. A moça foi mais educada do que o elfo anterior e apresentou tudo que a loja possuía para os aventureiros. Depois de muitas horas de negociações e muito ouro deixado para os arquimagos, o grupo retornou para a Espinha do Mundo.

Monal

• Após receberem a autorização para seguirem pelos Duranim e serem alertados dos perigos, o grupo começou sua jornada nas minas de pedra bem lapidadas pelos anões até que se depararam com uma enorme porta bem construída e claramente encantada. A porta era composta de três partes principais: duas esferas mágicas e brilhantes, a porta em si e uma cabeça de dragão na parte superior.

• Depois de algum tempo analisando a porta, Tolman leu a seguinte passagem escrita nela: Enquanto os cinco selos da Lua Crescente não estiverem reunidos, esta porta permanecerá selada.

• Intrigado com a demora do grupo, Mart utilizou uma detecção de magia e percebeu que a porta possuía um campo antimagias. Ao tocá-la para tentar compreender melhor os encantamentos, o warforged foi alvo de outro poder: a figura do dragão abriu sua boca e lançou dezenas de meteoros explosivos sobre ele. Todo o grupo acabou afetado e Talon quase morreu. Os aventureiros perceberam que não seria tão fácil atravessar esse obstáculo.

Espinha do Mundo, dia 12 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

(SG) Sessão 103

A Vingadora

• As negociações com Rillie continuavam. O grupo entregou para a maga quase todos os objetos exóticos que havia colecionado em suas aventuras em troca de vários artefatos que ela possuía em seu inventário.

Objetos obtidos de Rillie:
3 espadas de mão e meia mágicas;
1 anel de karma com emblema de dragão;
1 anel de karma e velocidade com emblema de lobo
3 infusões de karma
1 poção de cura física
1 flecha indestrutível de Maira
1 arreio e espora da montaria
1 colar do Elo com criatura
1 par de conchas de comunicação
1 colar de proteção contra as chamas
1 colar de resistência contra magias mentais
2 óleos de submersão

• O grupo partiu de Pin em direção ao Lago Mór, onde Rillie afirmou que havia deixado a Vingadora Sagrada para conter uma maldição. O grupo procurou por algum tempo até encontrar a gruta ao nível da água. Percorrendo a caverna eles se depararam com a espada encravada em uma gruta. O sacerdote e os outros sensitivos conseguiram notar a energia maligna se espalhando assim que a arma foi removida, mas Pedodes também pode sentir o enorme poder que ela trazia consigo.

• Ao continuar a explorar os túneis, os aventureiros se depararam com uma pedra brilhante e artificial. Algo mágico, semelhante ao que haviam visto no covil de Ledâm, da primeira vez em que o enfrentaram. Rapidamente perceberam que toda a energia maligna que alimentava a tal maldição era originada naquele ponto.

• Antes de tomar qualquer atitude contra o objeto maldito, os aventureiros vasculharam todas as paredes e cada canto daquela gruta, até que encontraram um pequeno orifício secreto em que alguns pergaminhos estavam escondidos. Analisando-os rapidamente, Landalfo percebeu que se tratavam de alguns rituais necromânticos ancestrais e um mapa da região de Abadom e norte da Levânia.

Hórus

• Pedodes resolveu usar sua nova espada sagrada para destruir a pedra maldida. Com um golpe certeiro, o vingador vazou a energia da pedra, o que provocou uma grande explosão de energia infernal. Toda a essência maligna se concentrou em Horen Vigia, que acabou morto e com a carne desintegrada. O sacerdote, entendendo que o humano havia colocado sua vida por uma missão importante e divina, a de enfrentar os cultistas, começou a preparar o ritual de Retorno do Mártir para trazer ele de volta à vida.

• Já era de manhhã quando o vingador trouxe Horen Vigia de volta dos mortos e os aventureiros partiram para Âmien. Foram até a casa de Gólodir, o elfo que os havia ajudado a deixar Âmien pelas Florestas de Láudis, mas encontraram o local vazio. Algumas investigações nos arredores foram necessárias para que eles se deparassem com o corpo do aliado jazendo morto no chão, com várias flechas em suas costas. Enquanto analisavam a cena, outro elfo surgiu do nada com ares de quem sabia quem eram eles. Afirmou que Gólodir morrera por traição e que eles não deixariam Âmien vivos. Seu nome era Hórus.

Dantsem e Âmien, dias 09 a 11 do mês Semente do ano de 1501.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 102

O resgate

• Após evitarem os goblins o grupo achou mais prudente dar o dia por encerrado. Eles afastaram-se um pouco mais do local da toca dos monstros e acamparam em local seguro. Na manhã seguinte retornaram as buscas se dividindo em duas frentes: Kaiser por terra, procurando rastros e indícios da passagem de alguém; e Landalfo pelo ar, identificando os locais em que seria mais provável alguém se esconder.

• Landalfo conseguiu ver uma pequena comunidade ao sul. Não chegava a ser grande o suficiente para formar um vilarejo e parecia um bom lugar para se ocultar. Mas foi Kaiser quem acabou encontrando os sinais mais promissores, como pegadas humanas de um homem do porte de Horen Vigia. Mais confiante no que vira e certo de que o arqueiro não erraria duas vezes, o grupo resolveu seguir tais sinais.

• Não tardou para que eles encontrassem um acampamento abandonado. Se aproximaram com cautela e viram um cachorro agonizando. Estava magro e ferido, certamente nos seus últimos instantes de vida. No entanto Kior, o enviado de Cruine para Pedodes, curou os ferimentos do animal dizendo que eles não eram naturais. Reanimado, o animalzinho se apegou a Kaiser instantaneamente.

• O grupo começou a procurar por novos rastros ao redor do acampamento. Pedodes notou um vestígio maligno quando seu amuleto reagiu. Kaiser viu dejetos humanos e do próprio cachorro deixados ali há poucos dias e com a ajuda do animal encontrou um rastro de mais alguém entrando no acampamento. Eram rastros que foram parcialmente apagados e que, especialmente, surgiam e sumiam do nada, como se por teletransporte. Também com a ajuda do cachorro, Kaiser encontrou marcas de que alguém de tamanho humano teria rolado no chão em um determinado lugar.

• Começando a supor que Horen havia sido sequestrado e levado dali por magia, o grupo concluiu que eles não poderiam ter ido muito longe. Seguiram os rastros sutis que o arqueiro e o cão encontraram até se depararem, algumas horas depois, com a entrada de uma caverna na qual Kior, imediatamente, alertou que sentiu uma energia maligna emanar.

• Antes de se aventurarem na caverna eles prepararam magias para enxergarem na escuridão. Kaiser foi na frente e por muito pouco não acabou vítima de uma armadilha mágica ao pisar sobre sangue seco sobre no chão. Prosseguindo com mais cuidado, depararam-se com um grupo de criaturas parecidas com elfos, mas muito altos e pálidos. A energia maligna emanada pelas criatura fez Pedodes exclamar em tom agressivo, ordenando que as criaturas convocassem sua líder. Para surpresa de todos, ele foi atendido.

Mirien, a elfa sombria

• Uma feiticeira mascarada surgiu. Ao remover a máscara, outra surpresa: tratava-se de uma elfa sombria do tipo que só se encontram nas Terras Selvagens, assim como os napóis. Ela reconheceu Cóquem que, no entanto, nunca a tinha visto. A discussão com ela se estendeu. Ela confirmou que havia raptado Horen Vigia para obter informações sobre algumas pessoas que supostamente possuem um objeto capaz de encontrar um caminho para o tártaro.

• O grupo inevitavelmente entrou em combate com os inimigos quando perceberam que ela não entregaria Horen Vigia de boa vontade. No entanto, a batalha não demorou muito. Pedodes conseguiu comandá-la a parar de lutar com uma Ordem e o grupo teve tempo de ir encontrar o priosioneiro e retirá-lo dali antes que o efeito da magia acabasse. Ninguém a agrediu sob o efeito da magia para não quebrar o encantamento e porque seus guardas não deixariam eles se aproximarem sem luta. Com o conselheiro dos volins sob a proteção do grupo, Landalfo abriu um novo portal e eles foram embora dali. O mesmo fez a elfa quando a magia se quebrou, em vez tentar reagir ou recuperar seu prisioneiro.

• A saúde de Horen foi restaurada por Pedodes e os outros aventureiros. Depois disso começou a responder perguntas para o grupo. Falou sobre a situação de Veinor, supostamente assassinado no Monte Párius, entre Efrin e a Floresta de Tambar; e a nova política de Guvinór, que tem implantado toque de recolher aos eredris e permitido que Verrogar transite livremente entre Igara e Samor.

• Horen ficou decidido a procurar por Veinor Dente Negro depois de ouvir que alguns rumores o apontavam como ainda vivo. O grupo, no entanto, tinha outras intenções, como ir até Âmien. Horen acabou aceitando ir junto com o grupo para o reino dos elfos, pois recebeu a garantia de que os aventureiros iriam ajudá-lo a encontrar Veinor Dente Negro ao retornarem.

• O objetivo do grupo era entrar em Âmien e descobrir o que estava acontecendo no reino dos elfos. No entanto, resolveram ir até Pin antes disso. Kaiser foi diretamente na taverna luxuosa mantida por uma fiel à Lena e viu a pupila de Kiara no painel de procurados com um recompensa de 400 moedas de ouro. Lanâncoras ainda lembrou-se do cajado mágico que uma vendedora possuía e que aceitaria o couro de uma mantícora como moeda de troca. O tal cajado armazenava a alma de um demônio.

Resolveram ir até a torre da maga e sem demora conseguiram entrar. Ela conversava com um bardo e atendeu o grupo logo depois. Inicialmente desconfiada, Rillie se mostrou interessada no grupo assim que notou a grande quantidade de objetos mágicos que eles carregavam. Estava muito disposta a fazer negócios.

• O grupo parecia interessado em alguma proteção mágica. Rillie disse que possuía um manto mágico para negociação, uma capaz de desvir objetos arremessados utilizando aeromanipulação. Em troca, porém, ela queria que o grupo lidasse com os comandantes volins que haviam chegado na cidade. Já Pedodes estava interessado em algum objeto capaz de armazenar a alma de demônios. Ela disse que não possuía nenhum no momento, mas que já tivera um do tipo. O objeto fora comprado pelo elfo Ulurum, que na época disse ser de Verrogar. O grupo lembrava de um elfo chamado Ulurum, um assecla de Fariel.

• Pedodes questionou sobre a vingadora sagrada, mas ela afirmou que não estava mais com ela. A espada estava em uma caverna próxima do Lago Mór para "abafar" a maldição que assolava o lugar. Rillie não conseguiu encontrar uma forma de terminar definitivamente com a tal maldição que tornava os monstros da região hostis, mas percebeu que ao colocar a espada na caverna eles se acalmavam. Segundo ela, a espada é um exemplar único, forjado no próprio reino de Cruine. Ela pediu, entretanto, que o grupo lide com a maldição se for pegar a espada.

Dantsem, dia 03 ao dia 05 do mês Semente do ano de 1501.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 74

As ruínas dos gigantes

• O grupo começou a explorar as ruínas que haviam no covil dos gigantes. Uma alavanca pesada movimentava uma grade pesada que dava acesso a uma escada. Drake a atravessou enquanto Dick erguia a passagem. No entanto, o bárbaro não manteve o portão aberto por muito tempo. Drake seguiu explorando o corredor e subiu a escada. No entanto, assim que chegou no alto, a estrutura antiga desmoronou e caiu por cima do draconato que, por sorte, teve fôlego para se livrar sozinho.

• Tolman voou pelo lado de fora para descobrir o que havia no andar de cima e encontrou uma oficina antiga. Os objetos eram grandes para serem carregados e Mart não viu nada que lhe interessasse muito.

• Finalmente, um pesado baú guardava Pedras Iouns da fortitude, que ficaram sobre a posse de Smartshoter. Depois de tudo, o grupo fez acampamento e passou a noite na montanha antes de continuar com sua jornada de volta.

• O caminho para baixo foi bem mais fácil do que a subida. Tolman ajudou alguns dos companheiros voando, mas de forma geral todos se saíram melhor. Depois de um dia de jornada eles se reencontraram com o Portão dos Duranim. Lá Fiandra recebeu os troféus com mutia surpresa. A anã disse que honraria o acordo e que falaria com seu rei para autorizá-los a utilizar a passagem pelas montanhas. Enquanto isso o grupo tinha autorização para descansar.

Espinha do Mundo, dias 10 a 12 de Alturiak do ano de 1490.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 73

Caçando gigantes das nuvens

Kibergan

• O grupo foi agressivo assim que chegou no alto da montanha. Atacaram primeiramente os trols que obedeciam aos gigantes e, sem fazer perguntas, partiram para cima dos líderes.

Broc

• Os gigantes das nuvens possuíam muita força bruta, mas o grupo estava preparado. Aquele que estava mais próximo da área central do confronto foi atacado por Dick e por Tao. O bárbaro, que não podia entrar em fúria para não perder o controle sobre seu elemental, estava conseguindo evitar a maioris dos poderoso golpes de clava, o que deu tempo para os outros se prepararem.

Grutas

• O comando do trio de gigantes estava com a mais alta deles, e a única capaz de realizar magias. Ela se aproximou de Tolman e o atacou de perto. O feiticeiro aproveitou a oportunidade para viajar com ela para o plano elemental do fogo, especificamente a ilha dos gladiadores. A dupla surgiu nos corredore do lugar e logo já estavam lutando do lado de fora. A gigante o perseguiu voando por um tempo, mas logo retornou e eles começaram um duelo de arremesso de pedras. Por mais forte que fosse a gigante, ela acabou sucumbindo ao poder do feiticeiro, que a esmagou com sua própria rocha.

• O restante do grupo seguiu enfrentando os gigantes restantes. Os trols já haviam sido abatidos e o sumiço da líder deixou os outros dois enfurecidos. Mas o grupo estava coordenado e ambos foram abatidos, um de cada vez. Antes que Tolman retornasse com a cabeça da gigante líder, Dick já havia decapitado os outros dois para levarem como prêmio de volta ao Portão dos Duranim.

Espinha do Mundo, dia 10 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 101

Procurando Horen Vigia

• O grupo começou a vasculhar a sala cofre depois de ter detido os golens. Vendo que haviam muitos objetos guardados em caixas, Landafo começou a planejar um encolhimento de todos para transportá-las para outro lugar. Ao procurarem pela Semente da Luz, encontraram uma caixa com um colar mágico de teletransporte a curta distância. Abaixo dele, em um compartimento escondido na mesma caixa, a Semente da Luz repousava.

Colar mágico

• O triunvirato de Eredra recebeu com satisfação a notícia de que o grupo havia encontrado a Semente da Luz e se livrado dos guardiões. Com ela, segundo Columbano, o povo de Eredra receberia um novo alento e, talvez, em algumas semanas, uma nova esperança contra o domínio verrogari iria brilhar e fazer ressurgir a nação de outrora.

• O grupo também perguntou sobre Horen Vigia e Veinor para os sacerdotes. Sobre o portentã eles sabiam o que todos mencionavam: que fora assassinado por Guvinór. Sobre Horen Vigia a sacerdotisa tinha algumas pistas. Veinor tinha propriedades no norte de Eredra, nas proximidades do vilarejo de Olho Cego. É provável que ele tenha tentado se ocultar naquela região que conhece como a palma de sua mão.

• Rota traçada para Olho Cego, os aventureiros deixaram Efrim com a esperança de que em algumas semanas o espírito eredri florecesse no coração da nação e o povo se levantasse contra os invasores. Com isso, claro, o reino deixaria de apoiar Verrogar contra Dantsem, dando mais esperanças de vitória na guerra.

• O vilarejo de Olho Cego era pequeno, mas havia uma taverna movimentada, com muitos volins nela. Cóquem, mesmo transformado em humano, acabou sendo importunado por dois deles. O napol usou sua excepcional habilidade com as palavras para confundir seus inimigos e, depois de subir ao palco e fazer ferver o estabelecimento com sua voz melodiosa, encantou seus agressores para que brigassem entre si.

• Landalfo e Lanâncoras não permaneceram na taverna para assistir ao espetáculo de Cóquem. Em vez disso, o alquimista foi para seu quarto orar por alguma iluminação de Palier. O mago esperava por um presságio e talvez tenha tido um: Uma ave morta em sua janela. Com medo, o mago reuniu todo o grupo em seu quarto depois deste evento. Kaiser percebeu que a ave morta vinha migrando de Âmien, e ela não era a única que havia morrido. Sobre o telhado abaixo, visto da janela de Landalfo, o marquês identificou outros pássaros mortos. Uma mal presságio sobre o reino dos elfos, talvez?

• Já na manhã seguinte o taverneiro foi a vítima dos feitiços do bardo. Com isso Cóquem conseguiu obter algumas informações do homem, como a localização da propriedade de Horen Vigia e até onde se extendiam suas terras: uma vasta área para o leste, até pelo menos a Bainha de Crezir. Ele também ouviu que a única pessoa na região que poderia conhecer o lugar tão bem quanto o próprio Horen era o caçador de Olho Cego. Sem perder tempo, foram até a residência do humano.

• O caçador Faramund era um homem humilde que possuía uma casa simples. Para convencê-lo a acompanhar o grupo na busca por Horen, além de alertar que não queriam fazer mal ao homem que buscavam, Lanâncoras reformou a residência transformando-a em um castelo de pedras. A obra munumental ficou vazia por dentro, pois o caçador não tinha objetos para decorá-la por inteiro. Mesmo assim o serviço espalhafatoso surtiu efeito e o caçador aceitou guiá-los pelos campos de Horen Vigia (com uma ajudinha a mais de Cóquem).

• A busca pelo conselheiro do portentã morto pelas florestas foram guiadas pelo caçador e por Kaiser, que buscava rastros da passagem de humanóides por onde andavam. Em determinado momento o arqueiro encontrou pegadas razoavelmente recentes e as seguiu. Mas não se tratavam de humanos. O grupo foi guiado para uma toca de goblins em uma caverna. Rapidamente e antes que os monstros pudessem reagir, Lanâncoras usou sua geomanipulação para fechar a saída da toca e Landalfo abriu um portal para longe dali. Estavam seguros, mas Kaiser precisaria ter mais atenção da próxima vez.

Dantsem, dia 29 do mês da Paz até o dia 03 do mês Semente do ano de 1501.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 72

Fiandra e o acordo com os Duranim

• Duque estava mais tranquilo depois de ter matado todos os anões que haviam lhe perturbado. E também foi bom não sobrar nenhum sobrevivente para revelar a posição do grupo. Percebendo que a presença da patrulha signifivava que eles não estavam muito longe do lar dos anões, o grupo resolveu seguir em frente com mais cautela.

• Dois longos dias de viagem depois do combate contra os anões foram o suficiente para que o grupo avistasse o grande paredão com o portão dos Duranim: Uma grande obra escavada no paredão da montanha em formato de portão. Tolman combinou com seus companheiros que iria na frente a fim de conversar com os anões primeiro. Ele acreditava que poderia conseguir alguma barganha para atravessar os domínios deles. O grupo permaneceu no acampamento esperando um sinal para avançar.

Fiandra

• A aproximação de Tolman foi percebida a algumas dezenas de metros. Uma anã se aproximou e perguntou o que ele queria. Dura na negociação, ela foi incisiva em mandá-lo embora e afirmar que os Duranim não precisam da ajuda de nenhum humano. Ela falou algumas vezes sobre os anões terem aprendido a lição ao permitirem que estranhos andassem por seus domínios.

• Apesar da situação constrangedora, Tolman não desistia de forma alguma de tentar acesso ao domínio Duranim. A anã pareceu bem mais interessada quando viu um mapa com a localização do Portão dos Duranim na mão do feiticeiro. Indignada, ela indagou quem havia lhe oferecido aquilo. Tolman conseguiu reverter a discussão usando esse fator como trunfo e acabou convencendo-a de permitir que ele entrasse no saguão de entrada dos anões para se proteger da forte tempestade que se aproximava. No entanto, o feiticeiro não conseguiu o mesmo para seus companheiros, que deveriam encarar a tempestade com as ferramentas que dispunham.

• Uma tempestade avassaladora se aproximava dos aventureiros. Mart ergueu sua torre e todos se abrigaram dentro dela. O vento, o granizo, a neve e até os tremores abalaram a estrutura do objeto mágico, mas ele era firme e forte, suportando cada minuto da tempestade. Em segurança, o grupo recebeu a notícia de que poderia entrar onde Tolman estava.

Vista do covil dos gigantes

• A líder anã se apresentou como Fiandra. Ela disse que não havia nada que o grupo pudesse oferever que valesse um acesso aos seus domínios. Contudoo, o grupo insistiu tanto que ela acabou revelando que um grupo de gigantes das nuvens os perturbavam. Ela afirmou que eles estavam mais alto na montanha que se o grupo conseguisse matá-los e trazer-lhe as cabeças, que eles poderiam passar até o Monte Kordiean. Eles aceitaram, para a surpresa da anã, que ainda foi incisiva em dizer que os gigantes eram perigosos. Mesmo assim, a Fairgrass partiu para mais uma aventura de caça.

• A escalada para chegar no covil dos gigantes foi intensa. O vento frio e cortante feria os mais desatentos, e a escalada era perigosa demais para permitir erros. O grupo levou muitas horas para subir pouco, mas enfim chegou até o local de destino. Lá eles viram além de três gigantes, quatro trolls que trabalhavam para eles. O grupo se escondeu, mas Duque invocou um elemental da terra e se fez notado. Uma nova luta era iminente.

Espinha do Mundo, do dia 7 ao dia 10 de Alturiak do ano de 1490.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

(SG) Sessão 100

Em busca da Semente da Luz

• A conversa com Siviâm levou o grupo a descobrir sobre seu antigo inimigo, Ledâm. No entanto, as ideias do grupo sobre o caminho a seguir ainda não estavam claras. Embora o necromante parecesse ser uma ameaça e também uma oportunidade para descobrir uma cura para a maldição de Cóquem, também era vital a presença do grupo em Eredra. Um novo tremor na noite em que pernoitaram no acampamento já abandonado por Gálegor e Siviâm, que rumavam para oeste, não serviu para fazê-los decidir por Ledâm: resolveram que a Semente da Luz era a prioridade.

• A viagem para Efrin levou 8 dias. O voo transformados em águia, como já ocorre há alguns meses, lhes garantiu um tempo de viagem curto relativo a distância que os separava da capital vizinha. O pouso ocorreu nos arredores da cidade sagrada, junto da mesma árvore em que Pedodes havia encontrado Loniân pela primeira vez. Como antes, o sacerdote orou com seu pingente de Sevides e convocou o oráculo. A chegada do aliado tardou mais do que anteriormente, mas ocorreu cerca de uma hora depois da convocação.

• O oráculo os viu sem surpresa. Ao conversarem com ele sobre o triunvirato e a situação política que se estabeleceu em Eredra, o meio-elfo afirmou que não estava a par de toda a situação, mas que havia tido um visão de Veinor nas montanhas. Também sabia que Horen Vigia possuía propriedades ao norte do reino e que ele poderia ter se escondido na região que ele conhecia melhor.

• A vigilância no castelo de Efrin não estava fortalecida e eles não tiveram problemas para chegarem ao salão onde se encontraram com o triunvirato. A reunião com os sacerdotes foi proveitosa. Eles pareciam muito interessados em aceitar a ajuda dos heróis de Dantsem para resgatar a Semente da Luz. Imiliatânis deu as orientações para que eles chegassem até a sala protegida pelos guardiões e os alertou para que tomassem cuidado. Três chaves precisavam ser combinadas para abrir as portas antes que chegassem ao cofre, e a sacerdotisa deu orientações superficiais de como fazê-lo.

• Loniân guiou o grupo pelos corredores corretos sob Efrin. As chaves tinham formas geométricas simples e era preciso mais de uma pessoa para conseguir passar por todas as portas devido a forma como as chaves precisavam ser utilizadas simultaneamente. Quando a terceira porta foi aberta o grupo encontrou-se em uma sala ampla, cúbica, com caixas fechadas e golens ativados preparados para agredir qualquer intruso. O combate teve início.

• As criaturas artificiais eram bastante poderosas. A ameaça de serem esmagados pelos punhos pesados dos guardiões de ferro e pedra lhes preocupava a cada golpe, especialmente depois de uma das armaduras mágicas de Landalfo ser completamente destruída com um único soco. A barreira mágica erguida por James não durava muito tempo antes de ser destruída.

• No entanto, quando eles mais sentiam-se pressionados na batalha, Cóquem conseguiu tomar o controle de um dos guardiões, o golem de pedra. Embora fosse o mais fraco dos três, o domínio de um inimigo virou os números a favor do grupo que foi capaz de abater uma das criaturas de metal e, depois, com uma sequência poderosa de Torin, derrubar o segundo. O terceiro golem foi derrotado sem dificuldade depois de tornar-se o único inimigo no campo de batalha. Restava ao grupo encontrar a Semente da Luz.

Dantsem, dias 21 a 29 do mês da paz do ano de 1501.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

(VP) Sessão 71

Briga com anões

• O combate contra os gigantes ainda não havia se encerrado. Com Dick (agora Duque) tendo transformado novamente o gigante do gelo em sua forma nativa, o grupo precisaria lidar com ele também. E foi o que ocorreu. Apesar da grande força bruta da criatura, ela não era capaz de conter o experiente grupo da Fairgrass.

• Com os inimigos do caminho mortos sob a neve, o grupo prosseguiu a jornada por mais sete dias. Como ocorria desde que Duque tomou posse do machado dos lordes anões, o grupo pernoitaria na torre de Mart enquanto o bárbaro ficaria em um acampamento a céu aberto, utilizando o cobertor mágico de Tao para manter-se aquecido.

• Após uma longa e fria noite, ainda na madrugada, mas já com o sol no céu, Duque foi abordado por um grupo de anões que se diziam Duranins. Eles perguntaram algumas coisas para o bárbaro e ele acabou ficando irritado. Antes que o grupo de seis inimigos pudesse tomar qualquer iniciativa o machado flamejante de Duque (já que o dos lordes anões ele ocultaria até sair do território dos Duranim) cortava o ar frio na direção de seus provocadores. Uma batalha começava. O grupo, que estava distante, pode ouvir o início da confusão e partia para ajudá-lo, mas ele precisaria resistir algum tempo sozinho.

• A luta contra os seis anões foi dura. Duque por pouco não sucumbiu aos ataques, embora tenha matado mais da metade deles. Porém, o desfecho foi positivo graças a chegada providencial de Mart e Tolman, que acudiram o aliado dando-lhe a oportunidade de terminar sua luta e eliminar seus inimigos.

Espinha do Mundo, de Midwinter ao dia 7 de Alturiak do ano de 1490.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 70

Buraco

• Mart estava na Torre Blackstaff para concluir o negócio de Lex Drake sobre a garra de runas de Wyrm. Elmet estava fazendo jogo duro com o warforged, já que não o conhecia e ele não forneceu muitas informações sobre seu companheiro. Após algum tempo, o Artifiser emprestou o anel de mensagem para que ele entrasse em contato com Lex Drake diretamente e provasse a relação entre os dois.

• Enquanto aguardava, Liandre da guilda surgiu por teletransporte na porta da Torre Blackstaff. Ela segurava uma sacola e junto com Elmet ela entrou em uma sala dos fundos. Poucos instantes depoisa mulher e elfo saíram. A bandida se teletranportou embora dali poucos minutos antes de Tolman entrar pela porta perguntando por ela.

• Depois que Tolman explicou para Mart que Liandre estava com todos os seus equipamentos, a dupla foi indagar Elmet sobre os objetos. Eles tentaram cobrá-lo dizendo que os objetos eram roubados e que eles o desejavam de volta. O elfo disse que eles foram entregues por Liandre como forma de pagar uma dívida da guilda. Depois de alguns instantes de discussões improdutivas, Luvian surgiu e pôs fim a conversa. Ela devolveu os objetos de Tolman ao ver o amuleto presenteado para o feiticeiro por Grumarrur. Porém, ela alertou o Sr. Fairgrass de que ele precisava compensar o fato de Liandre, que ela sabia que pertencia a mesma guilda que ele, ter trazido objetos que não foram capazes de pagar a dívida que existia.

• Tolman reparou que as moedas de platina e ouro que ele possuía em sua bolsa sem fundo não estavam mais ali. Elmet disse que não havia nenhuma moeda e que apenas os objetos estavam sendo utilizados para cobrir as dívidas. Luvian usou uma zona da verdade e o elfo revelou que havia roubados as peças. Depois de devolvê-las para Tolman, Luviam fez o funcionário desaparecer com um gesto de seu cajado. A arquimaga então dispensou o grupo para que pudesse reorganizar a loja.

• Drake não ficou muito satisfeito ao ouvir que Mart não conseguira as garras de runas de wyrm. O draconato não estava muito otimista de encarar o dragão sem elas. Mesmo assim, seguiram sua jornada em direação à buraco.

• Um dia e meio separou o grupo do local marcado no mapa como A Buraco. Tratavam-se de muitas crateras no chão onde nas passagens cheias de meandros que se formavam entre elas haviam dois gigantes do gelo obrigando orcs a trabalhar. Os buracos pareciam puxar o ar ao seu redor, e as passagens entre eles eram estreitas, mas suficientes até para os gigantes trafegarem.

• Não havia outro caminho a seguir para chegar até o Portão dos Duranim, já que a buraco estava localizado em um vale entre montanhas íngremes e geladas. Porém, o grupo achou imprudente avançar e enfrentar as criaturas no camino estreito. Assim, Tolman se aproximou um pouco e atraiu as criaturas para mais perto. Os monstros não exitaram e atacá-los, e acabaram emboscados em uma região um pouco mais baixa. A batalha contra os gigantes não foi muito dura depois que Tolman conseguiu transformar um deles em um pequeno porquinho da Índia. Os orcs foram abatidos facilmente e em grupos.

• Depois que um dos gigantes foi morto por Tao, Tolman avançou sobre o porquinho da Índia e o pegou. Ele iria levá-lo até o buraco e jogá-lo, mas Duck (o nome anão de Dick) optou por uma ação imprudente: Ele arremessou seu machado no pequeno animal que Tolman carregava, matando-o. A morte da forma transformada fez a criatura voltar a ser um gigante do gelo, que imediatamente atacou Tolman. A luta ainda não havia acabado.

Espinha do Mundo, dias 29 de Hammer a 1 de Midwinter do ano de 1490.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 69

Tolman e a Guilda

• Logo pela manhã Tao, Mart e Drake foram ao encontro de Dick na torre erguida por Mart. Enquanto isso, Tolman e Talon ficaram na residência de Kiminus aquecendo alguma comida. Talon estava de olhos nos equipamentos dela, mas não encontrou a oportunidade certa para roubá-los sem ser notado.

• Depois de uma despedida rápida eles seguiram viagem pelo gelo em direção à montanha dos Duranim. Eles sabiam que não chegariam lá antes do encontro agendado por Tolman na guilda, e assim acamparam na neve enquanto o feiticeiro viajaria com seu bracelete até Aguasprofundas. Mart o acompanhou com a tarefa de comprar o objeto mágico que Drake havia encomendado na Torre Blackstaff.

• Tolman chegou um pouco adiantado na reunião. Apenas Eril Agen e Guissi se encontravam por lá. Os dois murmuravam um com o outro na entrada do feiticeiro, mas interromperam o assunto imediatamente e o silêncio tomou conta da sala até que Aeric, Liandre e Karugor chegassem. Svar não apareceu.

• Karugor esperava que Tolman trouxesse alguma forma de lidar com os problemas que a guilda vinha enfrentando, como ele havia prometido há algumas semanas. No entanto, o feiticeiro continuou com suas promessas para o futuro e pedindo que todos confiassem nele. Irritado, o tiefling o ameaçou em tom claro de desrespeito. Tolman reagiu, ofendeu e um confronto começou, mas não demorou. Tolman prendeu o líder com uma mão de Bigby, mas foi contido por Aeric que fez uso de uma magia de dominação. Impotente, o feiticeiro teve seus pertences removidos e foi levado para o calabouço com três guardas sob supervisão de Eril Agen.

Liandre

• Assim que retomou a consciência Tolman tratou de fugir do local. Os guardas o cercavam e nem tomaram ciência do acontecido: uma explosão de raios nocauteou a todos e uma nuvem densa impediu que Eril visse para onde o feiticero se teletransportara. Ele havia ido direto para a porta e retornado para a sala de reuniões, onde estavam ainda Karugor, Aeric e Guissi.

• Não houve reunião na sala de reuniões. Uma nova luta começou e Karugor e Aeric eram os inimigos. Tolman conseguiu imobilizá-los por alguns momentos, até ver Guissi com uma adaga ao lado de sua costela. O ladino não estava muito interessado naquela luta, e forçou uma desculpa para se retirar dali ("vou procurar Eril"), deixando que Tolman lidasse com o líder e sua lacaia.

• A batalha se desenvolveu por alguns segundos, com todos utilizando o seu melhor para a batalha, a excessão de Karugor, que parecia prejudicado por alguma razão. Aproveitando-se da situação, Tolman animou todos os móveis da sala e os fez atacar seus inimigos, derrubando o tiefling em alguns instantes. Aeric, cercada e sem tempo de reagir, acabou sendo sufocada pelos objetos encantados e também sucumbiu. Com seus adversários fora do caminho, Tolman agora precisava encontrar Liandre e seus equipamentos.

Espinha do Mundo, dias 28 e 29 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 99

O reencontro com Siviâm

• Ainda no baile, Cóquem estava desconfiado da elfa que flertou com Landalfo. Ao questioná-la, o napol acabou descobrindo que ela parecia ter algum interesse no elfo pelo seu prestígio em Âmien, talvez para retornar ao reino. Sobre a situação política do reino Floresta, ela soube dizer o que ele já sabia, de que o príncipe Gáltilo e a rainha Enora vinham discordando com frequência.

• Como Landalfo havia sumido do salão, Cóquem estava procurando-o por todos os cantos. Seu amigo de pensamentos continuava lhe acompanhando e foi quem lhe disse que o alquimista estava no pátio do castelo. O napol ainda interrompeu a dança de Lanâncoras para questionar sobre o próximo passo do grupo.

• Landalfo, que recebera a notícia de que Horen Vigia estaria em perigo em Eredra, encontrou-se com Cóquem na entrada do salão. O trio Landalfo, Cóquem e Lanâncoras foram até Éperus, onde explicaram a situação. A mensagem falava da morte de Veinor, o Tu-Portentã de Eredra, em favor de um Portentã chamado de Guvinór, supostamente um apoiador de Verrogar.

Tesouro do pirata (Sessão 72):
♦ 30.000 Moedas de ouro;
♦ 80.000 Moedas de Prata;
♠ Gemas de lápis lazuli no valor de 50.000 moedas de prata;
♠ Granadas no valor de 120.000 moedas de prata;
♫ Artes no valor de 3.000 Moedas de ouro;
Valor total: 58.000 moedas de ouro, depois de trocadas, o que já ocorreu;

• Em uma reunião de emergência com Éperus, Kolich, o grupo e o mensageiro, foi revelado que o acontecido com o Tu-Portentã fora há dois dias. A preocupação de Dantsem era de que Verrogar usasse um aliado em Eredra para continuar enviando tropas pela estrada que fizeram. Portanto, o general Dantseniano queria alguma garantia de que Eredra não voltaria a apoiar Verrogar. Para isso, o grupo precisaria ir até Eredra.

• Apesar da urgência em Eredra, o grupo precisava encontrar-se com Siviân primeiro. Eles calcularam o tempo que levariam, e acreditavam que teriam alguns dias para viajar até a Floresta de Marvion e depois retornarem até o reino dos bárbaros. No meio tempo enquanto se preparavam para a partida, Kaiser pediu que Arnieta comprasse uma propriedade em Isalíbel grande o suficiente para abrigar os grifos que ele estava treinando. Também substituíram suas armaduras por peças novas. Pedodes, quando conseguiu contato com seus seguidores em Léom, ordenou que eles parassem de perseguir Elaias, uma vez que ele já sabia que a criatura profana estava além de Isalíbel.

• O grupo viajou ainda no dia 20 do mês da paz. Eles seguiram transformados e pernoitaram no caminho. Cóquem teve pesadelos neste dia e foi lembrado por seu Amigo de que eles foram apenas uma lembrança de Branaxis na noite dos Pesadelos. Pedodes foi avisado sobre isso, mas não pode fazer nada além de se preocupar com o companheiro.

• A chegada no lar de Siviân no dia seguinte teve a recepção de uma das criaturas da naturalista, uma árvore animada. A criatura reconheceu o grupo como amigo e lhes orientou para procurarem o acampamento de Gálegor, pois ela seria encontrada lá.

• A viagem até o acampamento militar levou apenas alguns minutos na forma de ave. Eles foram novamente reconhecidos e levados até a barraca do líder, Gálegor, que conversava com Siviâm. A naturalista foi imediatamente questionada sobre a maldição do napol e disse que apenas um necromante poderoso poderia responder estas perguntas. Sobre a guerra, ela afirmou que um demônio poderoso está no comando de Porteval, mas disfarçado de humano. Ela deseja proteger a floresta do pior e está disposta a apoiar os humanos na batalha vindoura.

• Siviâm também tinha outro assunto importante a destacar. Ledâm fora visto novamente nos arredores dos Montes Dourados, que são vizinhos da Floresta de Marvion. Talvez oportunamente, tendo em vista que se trata de um necroarcano, um necromante poderoso, embora Pedodes rejeitasse sequer tal pensamento. Tremores de terra foram sentidos por alguns instantes para referendar a presença do morto vivo nos arredores. Segundo Siviâm, ele estaria nos Montes procurando pelos restos de Dramax, um Dragão Dourado do Fogo. Sua tarefa estaria quase concluída.

Dantsem, dias 19 a 21 do mês da paz do ano de 1501.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 98

A reconquista de Isalíbel

• A chegada da comandante Verrogari não mudou a situação da batalha imediatamente. Embora alguns dos soldados tenham rendido-se, outros seguiram em combate contrariando as ordens da humana. Uma área de paz invocada por Pedodes impedia que a luta sangrenta ocorresse ao seu redor e deu algum tempo para que os inimigos pensassem.

• Landalfo, mesmo ferido, seguia tentando abrir os portões com sua magia. Cercado por inimigos, ele foi capaz de manter-se vivo e movimentar a manivela com telecinese. Com os portões abertos, os exércitos dantsenianos começaram a ocupar a cidade, deixando apenas o palácio ainda resistente.

Anurim

• A entrada de Éperus foi uma vez mais com um comandane inimigo curvando-se e jurando lealdade ao novo rei de Verrogar. Anurim, terceira comandante das tropas verrogaris, como ela mesma se apresentou, disse que o rei Attos os deixaram para morrer naquele lugar. O grupo, sempre alerta com ela, não viram nenhuma ação hostil ou traiçoeira.

• Kaiser sobrevoou o palácio fortificado com seu esquadrão de cavaleiros de grifos. Não perdeu tempo quando avistou um comandante saindo para os jardins. Desceu de sua criatura e ordenou que ele se entregasse. Depois de ouvir uma negação e alguns insultos, o arqueiro desafiou o verrogari para um duelo, que foi aceito. Landalfo, que acompanhava o arqueiro, criou uma área de proteção com aeromanipulação ao redor dos desafiantes e ficou em alerta para o caso de algum soldado resolver se intrometer.

• A luta entre Kaiser e o comandante verrogari levou alguns segundos. Kaiser exitou em seu primeiro disparo e acabou se ferindo. O inimigo, para compensar, não conseguiu chegar perto o suficiente para atacá-lo com precisão. Mas Kaiser não daria outra oportunidade. Com uma flecha certeira, o arqueiro conseguiu acertar no ponto fraco da proteção do inimigo, atingindo-o através da armadura e colocando-o ferido ao chão. Com a derrota de seu líder, os soldados inimigos se entregaram e os portões foram abertos. A batalha estava vencida e Isalíbe, reconquistada.

• O dia fora muito cansativo para os aventureiros. Éperus tratou de agradecê-los por todos os feitos que eles alcançaram nos últimos dias. Depois, avisou-os que no dia seguinte seria realizado uma grande festa nos jardins do palácio com alimentos para todo o povo. Os aventureiros deveriam vestirem-se a rigor e estarem presentes, já que eram os heróis da cidade. No meio tempo entre o descanso e a festa, porém, Landalfo tentou alertar Beíl sobre os cavaleiros da noite. Também ouviram sobre os rumos da guerra, descobrindo que as estradas de Eredra ainda estão sendo utilizadas pelos soldados verrogaris, embora com mais burocracia, possivelmente graças aos esforços de Horen Vigia.

• A estratégia que o grupo estava traçando envolvia ir até a Floresta de Marvion e tentar conseguir apoio da Senhora da Floresta. Depois disso, eles iriam tentar contatar Azerb, pois sabiam que ele estava a rumo de Porteval. No entanto, Éperus foi enfático em dizer que Azerb não devia ser contatado neste momento. Seria muito importante que ele chegasse em Porteval, pois significaria que Dantsem e Éperus teriam um espião dentro da cidade que iriam atacar.

• A festa de gala promovida pelo exército de Éperus e o dantseniano foi muito bem vinda para todos os cidadãos. Landalfo dançou por vários minutos com Beíl, e depois que ela partiu foi convidado por outra dama, mas recusou. Pedodes foi apresentado a várias personalidades influentes locais pelo sacerdote do templo de Cruine e foi capaz de levantar uma pequena fortuna, capaz de erguer um fabuloso templo nos arredores do cemitério que a batalha destruiu. Torin passou comendo. Comendo muito. Kaiser e Arnieta talvez tenham sido aqueles que aproveitaram a festa da forma mais natural. O ludgriano ainda encontrou um tempo para, em cerimônia particular, condecorar cada um dos seus cavaleiros de grifo.

• Suspeitando das damas que o perseguiam, Landalfo tratou de sumir da festa usando sua magia (literalmente sumindo). Foi atrás de Beíl, que renderia um soldado na patrulha dos muros. O mago passou algum tempo com a mulher e viu quando um mensageiro chegou a cavalo, com uma notícia urgente: Veinor, Tu-Portentã de Eredra, estava morto. Horen Vigia estava em apuros.

Dantsem, dia 18 do mês da paz do ano de 1501.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 68

A anã salva dos ietis

• Assim que avistaram a enseada congelada o grupo também percebeu que uma anã ferida estava cercada por Ietis furiosos e resolveram intervir. Isso deu início a uma batalha sobre o gelo que se extendeu por alguns minutos.

• O confronto contra os monstros trouxe alguns perigos para muito perto. Drake acabou sendo alvo de um olhar paralisando dos monstros e afundou no gelo quebrado pelas magias lançadas e também pelo peso das criaturas. Não fosse Tolman transformá-lo em uma lula gigante, o draconato teria morrido nas águas geladas. Enquanto isso, Dick e Tao lidavam com outros ietis e segundo a segundo os enfraqueciam, até que finalmente todos foram mortos.

• A anã que foi salva se apresentou como Kiminus e levou o grupo até sua cabana nas montanhas congeladas. Ela disse ser uma ermitã e que conhece toda a região. O grupo apresentou o mapa que conseguiu com os draconatos e ela informou que o acesso até a montanha Kordiean pode ser realizado pela Portão dos Duranim. No entanto eles não gostam de estrangeiros, especialmente não anões, e poderá exigir algo em troca. O machado recém adquirido de Dick Garhelm é a primeira opção.

• O grupo começou a considerar várias alternativas de negócio para quando chegassem nos Duranim. Afinal, não desejavam entregar o machado de Garhelm.

Espinha do Mundo, dias 28 e 29 de Hammer do ano de 1490.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

(SG) Sessão 97

A invasão de Isalíbel

• O confronto contra o devorador astral prosseguia, mas a criatura já demonstrava sinais de fraqueza. As flechas de Kaiser pareciam estar afetando-a como em nenhum outro momento da batalha, mas foi a espada flamejante de Torin que abriu a bolsa de energia da criatura e a fez agonizar. Dezenas de outras criaturas filhotes, incapazes de lutar, foram consumidas pelas chamas antes do monstro morrer. As chamas, entretanto, se espalharam e consumiam todo o corpo da criatura com o qual Landalfo desejava fazer experimentos. Com sua hidromanipulação, Lanâconras começou a borrifar água sobre a criatura. No entanto, o líquido daquele pequeno lago já estava consumido em energia elemental demais e o mana gasto por Lanâncoras foi o suficiente para desestabilizá-lo. Uma grande explosão aconteceu, ferindo vários dos integrantes do grupo e por pouco não provocando um desabamento. Foi Lanâncoras que conseguiu consertar o estrago que por pouco não provocou ao impedir o desmoronamento com seus poderes elementais de geomanipulação, desta vez não afetados por nenhuma das pedras energizadas.

• Enquanto o grupo se recuperava do confronto contra o Devorador Astral, Cóquem foi comunicar o exército de Éperus para começar o avanço pelos túneis. Enquanto isso, Kaiser avançava pelas cavernas que se conectavam com Isalíbel para descobrir se havia patrulhamento. O arqueiro encontrou alguns guardas verrogaris conversando no idioma estrangeiro e não foi capaz de compreender, mas notou o tom de reclamação nas vozes deles.

• Depois de estarem todos reunidos e um pouco mais descansados, Kaiser e Landalfo foram os escolhidos para avançarem sozinhos pelos túneis a fim de descobrir aonde eles levariam. A dupla abateu sorrateiramente os dois guardas que Kaiser encontrara uma hora antes, mas teve tempo suficiente para ouvir que eles reclamavam de ainda estarem em Isalíbel e do reforço ainda não ter chegado. a dupla não foi tão silenciosa nos próximos que encontraram. Os três patrulheiros dos túneis foram abatidos rapidamente, mas não antes de conseguirem tocar a sineta de alarme.

• Os túneis levavam até o cemitério de Isalíbel. Um pelotão de soldados os aguardava naquele lugar e eles precisariam dar cobertura lutando para que os exércitos de Dantsem conseguissem entrar pelo mesmo ponto. Assim, os heróis de Dantsem lutaram no cemitério contra um pelotão verrogari enquanto o exército dantseniano invadia a cidade pelos túneis que eles haviam escavado. A batalha não tardou a ser vencida. Em pouco tempo a maioria dantseniana estava estabelecida e o grupo avançou sobre os portões, onde poderia abrir a passagem para todo o restante do exército que fazia o cerco na cidade.

• A luta no cemitério foi apenas uma cobertura para os aliados invadirem, mas Pedodes sentiu-se culpado pelo que ocorrera. Um solo sagrado para Cruine fora devastado por bolas de fogo e os mortos foram importunados por um combate que desrespeitava suas memórias. Por outro lado, a luta teve momentos em que o grupo mostrou sua superioridade frente aos adversários, como quando Torin impediu a passagem de 4 soldados ao mesmo tempo ao se colocar em frente a porta, ou quando Kaiser disparou suas flechas em pé sobre uma cerca de madeira instantes antes de saltar em cambalhota sobre o lombo de Kazu, seu grifo que voava em rasante para que ele pudesse montá-lo em movimento.

• Os muros de Isalíbel estavam bem protegidos, mas não estavam preparados para defenderem pelos dois lados. Eram talvez uma dúzia de inimigos fazendo a proteção quando o grupo chegou em frente aos portões. Landalfo foi apressado e tentou transportar-se direto para o lado da manivela que abria o acesso principal e quase fora morto por um dos soldados. Pedodes ordenara que dois dos inimigos abrissem o caminho, mas eles estavam sendo impedidos por outros inimigos. Apesar da dificuldade que impunham os adversários, o combate se encaminhava para uma vitória difícil dos heróis de Dantsem. No entanto, algo surgiu de repente para ajudá-los: Uma comandante verrogari cavalgava na direção da batalha pedindo que seus comandados baixassem as armas e seguissem o verdadeiro rei de Verrogar, Éperus.

Dantsem, dia 18 do mês da paz do ano de 1501.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

(VP) Sessão 67

Bem equipados para a jornada

• O grupo estava pronto para seguir sua jornada uma vez que já tinha em mãos o mapa apontando a localização de Kordiean, local que acreditavam estar seu destino. Contudo, antes de iniciarem sua caminhada pelos picos nevados da Espinha do Mundo, o grupo resolveu conhecer melhor a cidade e procurar alguns itens que poderiam ser úteis. Acabaram nos templos centrais da cidade, uma estrutura que abrigava templos de Moradim e outros deuses anões.

• Acabaram no templo de Vergadain, o deus anão da sorte e da riqueza. Dois baús enormes continham bens cedidos ao templo para venda. O velho sacerdote estipulava os preços, que pareciam todos sempre altos. Após analisarem vários objetos, o grupo encontrou um conjunto de tapetes mágicos que achou útil: eles mantinham confortáveis seus usuários mesmo no mais inóspito frio. Também adquiriram um anel dourado e um chicote mágicos.

• Um pouco mais de investigação nos bens do templo e eles encontraram um machado lendário. Era o Machado dos Senhores Anões, uma arma dourada e cravejada de jóias com tantos poderes que era difícil enumerá-los. Dick, encantando pelo objeto, reuniu todas as moedas que tinha e mais algumas de seus companheiros, somados ainda às peças de mítral que haviam encontrado no covil de Hammath fez a aquisição no templo. Conforme o velho sacerdote, um bárbaro humano havia deixado aquela arma ali como doação por não sentir-se digno de usá-la.

Machado dos Senhores Anões

• O grupo ainda esteve na taverna antes de partir e o machado já começou a chamar a atenção de outros anões. Um guerreiro desafiou Dick Garhelm para um duelo, que veio a ocorrer na frente do estabelecimento. A batalha foi rápida. Dick derrubou o inimigo no chão em poucos segundos, mas poupou a vida dele. Percebendo que a situação do grupo poderia piorar se eles permanecessem muito mais tempo naquela cidade, Tolman tratou de acelerar os últimos afazeres e todos partiram rumo ao nordeste.

• A caminhada do grupo, que começara no dia 24 de Martelo, já se extendia por diversos dias e foi interrompida no dia 28. Uma enseada congelada parecia ter uma vítima de gigantes. O grupo se aproximou um pouco e percebeu que tratavam-se de Ietis. A luta contra as criaturas estava prestes a começar.

Espinha do Mundo, dias 23 a 28 de Hammer do ano de 1490.